quarta-feira, 1 de julho de 2015

old school parties


Hoje ia haver uma festa old school na casa do Z, do género das que havia há uns tempos muito distantes, onde os convidados eram praticamente os mesmos. Ele deu a ideia na conversa de grupo e eu decidi rápido que não iria caso o N fosse. Isto porque a) estou chateada com ele e b) fui com eles à praia, mesmo estando chateada com ele (decidi que não devia ficar impedida de me divertir por causa dele), resultado: correu mal porque o ambiente ficou estranho (tendo em conta que eramos 6 e nós dois não nos falamos o dia todo...). Sendo assim, quando ele respondeu "devias ter avisado mais cedo, mas claro que vou", eu respondi de imediato "obrigada pelo convite, mas não posso... fica para a próxima!" Conclusão: ia ele, a C, o Z e a J. Por acaso fiquei com curiosidade em saber como as coisas iam correr, mas acabaram por cancelar tudo porque era pouca gente. Hoje, como sabem, repeti a proeza de recusar um convite e a curiosidade passou para amanhã.

Tudo isto para perceberem o quão bem me estou a aguentar em ficar chateada com ele. Não é fácil, mas ele merece. E não vai ter tratamento especial (não vou ser eu a tomar a iniciativa de ter uma conversa nem vou começar a falar com ele normalmente, deixando passar o que, na altura, me magoou) por me custar mais ficar assim com ele do que com a maioria das pessoas. Isso já aconteceu demasiadas vezes, há uns tempos, e ao fazê-lo, embora me sinta bem por ficar bem com ele, parece que estou a desvalorizar o que sinto, o atrasado mental que ele é e o mal que me fazem as atitudes que ele tem, mesmo que inconscientes, por vezes. Quer dizer, se ele nem sequer se preocupou em saber o porquê de eu ter ficado assim, é porque não sou assim tão importante, não é? Então se não sou importante, ele também não o é. Simples.

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