sábado, 18 de julho de 2015

C: e já não se falam há mais de um mês...
N: sim.
C: então está na altura de lhe dizeres alguma coisa, não?
N: eu não digo nada. Ela, se quiser, que diga.

Ele é ridículo. Então se eu, uma amiga dele, me chateio com ele, o mais normal não seria ele tentar saber porquê e, posteriormente, das duas uma: achar algo insignificante e ignorar ou então perceber e tentar desculpar-se de alguma forma? Fica à espera que seja eu a ir falar, quando ele nem sequer me perguntou porque é que fiquei assim? Mas isto cabe na cabeça de alguém? Se ele se tivesse preocupado em falar comigo para perceber o que se passava e eu tivesse sido irredutível, tudo bem. Mas ele nem sequer procurou uma justificação, o que só me indica que ele não está nem aí... 
Sinceramente, faz-me confusão esta maneira de pensar das pessoas, mas não vou ser eu a mudá-las, muito menos a adaptar-me. Podes ir à merda, N. Cada vez significas menos para mim. 

2 comentários:

  1. Ignora I. Deita para trás das costas e segue em frente, por muito difícil que seja

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  2. Por mais doloroso que possa ser, às vezes é bom isso acontecer porque vemos as pessoas que se preocupam mesmo connosco e com o que sentimos. Penso que o melhor que tens a fazer agora é tentar seguir em frente..

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