terça-feira, 31 de março de 2015

se virem alguém assim, sou eu #2

1 - Botas pretas abertas nos dedos e calcanhar.
2 - Vestido preto básico.
3 - Camisa aos quadrados pretos e vermelhos.
4 - Mala preta.
5 - Colar com vários pendentes.
6 - Verniz preto da Chanel.
7 - Batom vermelho.
8 - Puxo "desfeito".

se virem alguém assim, sou eu #1

1- Ripped Jeans.
2 - Top crop às riscas.
3 - Sandálias pretas com fivela e tacão fino.
4 - Verniz preto da Essie.
5- Relógio preto e dourado.
6 - Bolsa preta da Michael Kors.
7 - Vogue.
8 - Café Starbucks.

what's in your bag goals

os 25 melhores looks do Victoria's Secret Fashion Show

Candice Swanepoel, 2013

Sara Sampaio, 2014

Izabel Goulart, 2012

Miranda Kerr, 2006

Adriana Lima, 2013

Gisele Bundchen, 2005

Izabel Goulart, 2014
Erin Heatherton, 2012

Miranda Kerr, 2009

Tyra Banks, 2005

Gisele Bundchen, 2006

Candice Swanepoel, 2012

Karolina Kurkova, 2006

Miranda Kerr, 2012

Lily Donaldson, 2013

Adriana Lima, 2013

Candice Swanepoel, 2009

Doutzen Kroes, 2012

Candice Swanepoel, 2014

Doutzen Kroes, 2005

Lily Aldrige, 2013

Anja Rubik, 2010

Constance Jablonski, 2013

Alessandra Ambrosio, 2011

Candice Swanepoel, 2010

segunda-feira, 30 de março de 2015

isto pôs-me a chorar

Menino com 4 anos, em 2012, que perdeu o pai num atententado, rende-se a um fotógrafo após confundir a câmara com uma arma.

sexta-feira, 27 de março de 2015

preparada para a vida

Vou certamente deixar o secundário sem: saber o que é um certificado de aforro, como analisar contratos, cozinhar, saber ler etiquetas da roupa, saber quais são as principais taxas e para que servem, o que é a bolsa ou como escolher o melhor banco para depositar dinheiro.


Porque a escola prepara-nos é para a vida! Com certeza que saber calcular os máximos, mínimos e período de uma função será bem mais útil para o nosso futuro como mães, donas de casa e cidadãs do que todas estas coisas.

quinta-feira, 26 de março de 2015

yeeey


Amanhã a minha maior crush de sempre vem à cidadezinha e vamos lanchar com mais 10 pessoas, mas vamos. O que é que eu visto???

ou eu sou forreta ou a minha turma é estúpida


Sábado temos a festa do L e, como tal, ontem criou-se um grupo no Messenger para decidir a prenda a oferecer. Tendo em conta que é ele que vai pagar o jantar a todos, é óbvio que ninguém se importa de dar um bocadinho mais de dinheiro para a prenda do que o normal. Afinal, é ele que vai ter todos os custos... percebe-se o porquê, mas prenda em grupo com a minha turma dá sempre problemas. 

Começou logo quando sugeriram dar um relógio: toda a gente pareceu concordar e eu fui a única que achou patético. Primeiro, eramos um grupo de 10 pessoas, o relógio ia custar no máximo 100 euros, se estivéssemos dispostos a pagar 10 cada um. Não é preciso ser-se muito informado para se saber que um bom relógio, bonito e tal, nunca na vida custa 100 euros. Em segundo lugar, parece-me um objeto demasiado pessoal e caro para se ser dado sem se fazer ideia do modelo que ele gosta, se já tem um, com a possibilidade de ele nem achar piada a andar de relógio ou de andar de olho em algum e lhe darmos outro... Pessoalmente, acho que um relógio é daquelas coisas que temos de ser nós a comprar, conscientes da compra. Não é uma peça de roupa, que se tem quinhentas, se dá e a pessoa troca se quiser. É algo com o qual vamos possivelmente andar todos os dias e por isso tem que ser bom e temos que gostar mesmo. Pelo menos, da maneira que eu vejo as coisas. 

Outra coisa que eu não entendo é a necessidade que as pessoas têm de estabelecer um valor (no caso, 10 euros) antes sequer de pensarem na prenda que querem dar. Simplesmente não faz sentido para mim dizer "ora bem, numa ocasião normal pagaria 7 euros pelo jantar e cerca de 3/4 euros pela prenda, por isso vamos dar 10 para a prenda, já que ele paga o jantar e assim gastamos o mesmo que gastaríamos". Por amor de Deus, em vez de quererem poupar no que podem, parece que nasceram todos em bercinhos de ouro e podem esbanjar assim. Eu já disse que não passo dificuldades e não sou, de certeza, a que tem menos possibilidades no grupo de pessoas em questão, por isso é que já me estava a irritar que ninguém comentasse nada por achar um valor demasiado alto e desnecessário. O mais ridículo de toda a situação, e aí passei-me, foi quando a A deu a ideia de uma prenda que todos concordamos que ele ia adorar e uma rapariga se virou "ai não pode ser, ao dividir por todos dá menos de dez euros!". A criatura, em vez de pensar "olha, ele gosta e ainda por cima não fica tão caro, melhor para nós", não! Quase recusou porque ficava abaixo do valor em que tinha pensado. Por favor, digam-me que não sou eu que não tenho os parafusos todos. 

quarta-feira, 25 de março de 2015

Throwback 1: Rock in Rio - Lorde

Quando soube que o Ed Sheeran ia estar em Portugal, quase me atirei pela janela. Eu tinha que estar lá e comecei logo a planear tudo. Quis saber a que horas seria, em que dia e quem mais iria atuar. Não fiquei muito contente: Lorde e Arcade Fire, que ainda por cima lhe iriam roubar 3h do tempo total de espetáculo, em que ficaria de bom grado a ouvi-lo. A única música que conhecia da Lorde era a Royals e achava que se a ouvisse mais uma vez partiria a aparelhagem. Dela sabia apenas que era rival da Lana del Rey e que era impossível gostar dela como pessoa, porque era má e falava mal de toda a gente. E parecia uma bruxa.


Quando o Ed saiu do palco, poderíamos ter ido jantar, mas decidimos ficar. O lugar em que estávamos era excelente, nenhum de nós tinha fome/vontade de ir à casa de banho e não pagávamos mais por lá ficar... sabe-se lá se ela não surpreenderia. Claro que surpreendeu, foi a melhor. 


Rendi-me na primeira música: Glory and Gore. Ela tem um estilo de música completamente diferente do que eu estou habituada, completamente diferente do estilo da Royals. Ela tem músicas excelentes, só que a Royals é a única pop e, por isso, é a única que teve sucesso. (Isto enerva-me profundamente!) Mas lá estava ela, com os seus 17 anos, a cantar para milhares de pessoas, pela primeira vez na Europa. Completamente à vontade, a sentir visivelmente a música e a dançar à sua maneira. Acho que, no início, toda a gente ficou um bocado sem reação, do tipo: "quem é esta? porque é que parece que ela está a apanhar choques?", mas passado um bocado já estávamos todos a abanar-nos como ela.


Foi todo um espetáculo de luzes, confetti, excelente interação com o público e boa música. Saí de lá a adorar completamente a miúda. Depois vi entrevistas, pesquisei as redes sociais dela e perante o que vi, não consegui encontrar explicação para tanto ódio perante uma menina tão novinha que está apenas a fazer o que gosta, com todo o mérito que lhe é reconhecido. A Lorde passou a ser linda, com o melhor cabelo do mundo e uns olhos perfeitos. Ai de quem falasse mal dela perto de mim porque eu é que sabia, eu é que a tinha visto ao vivo, eu é que a conhecia! Depois de ela nos ter agradecido milhões de vezes durante o concerto e ficar claramente apaixonada por nós, passei a sentir-me na obrigação de a defender e não me importo minimamente de o fazer. Quanto à música, não sei explicar bem o que é que sinto ao ouvi-la, mas juro que há alguma coisa dentro de mim que desperta. Foi uma surpresa mesmo muito agradável! E ela é um amor!!! Vejam:

Tweet do concorrente humilhado pelo júri no X Factor

terça-feira, 24 de março de 2015

new stuff in

Depois de 500 fins-de-semana fechada em casa, de pijama, a estudar, sábado foi dia de ir ao shopping. Não comprei muito, mas vim feliz! Espreitem:

Jeans rasgadas no joelho - Pull and Bear (19,99€)
Já queria umas há quinhentos anos, desde que a minha blogger de moda preferida apareceu com umas.

Cachecol/lenço - Stradivarius (19,99€)
Outra peça que já queria há bastante tempo. Comprei um pouco fora de época, eu sei, mas ainda não tinha visto nenhum que me chamasse muito a atenção e não queria comprar só por comprar. Gostei mesmo deste.

Colar - Bershka (9,99€)
Não costumo comprar colares, porque a minha irmã trata disso e acho sempre que são ridiculamente caros e posso gastar esse dinheiro noutras coisas. No entanto, já andava com o olho atento à procura de um destes e, finalmente, encontrei! 

Ainda comprei uma camisa branca (havia também em amarelo torrado) na Stradivarius, mas não consigo encontrá-la no site, por isso fico por aqui. Apetece-me usar já tudo hoje!!!! Acho que é mesmo verdade... shopping is the best therapy.

porque é que...


...nunca consigo fazer rabos-de-cavalo decentes? Pareço sempre uma atrasada mental. Ora fico com cabelos pequeninos levantados à frente, ora fica mais para um lado do que para o outro, ora fica tudo desnivelado... Valha-me Deus, há algum truque que eu desconheça ou vou ter que viver com esta maldição para sempre, por ter cabelo encaracolado?

vai ficar tudo bem


Bem, acho que o meu plano de estudos está a correr como planeado. Tenho 9 unidades de Biologia, 4 temas de Geologia, 4 unidades de Física e 4 unidades de Química para estudar até ao final das férias.

Entre ontem e hoje, li a primeira e a segunda unidade de Bio. Pelo final do dia, segundo o que tinha planeado, já deveria ter acabado a 4ª unidade de Bio e a 1ª de Química. (Não tenho culpa de detestar a porcaria da fotossíntese e de me perder a olhar para a parede a cada frase que leio sobre o tema.)

O meu objetivo para hoje era acordar cedo e consegui! Acordei às 10h!... O que não valeu de rigorosamente nada, porque são 17h e estou perdida na Internet desde as 13h.

Para melhorar a minha situação não está a chover, por isso não posso pensar "bem, mais vale estudar... também se não estivesse a fazê-lo, não poderia sair".

Por fim, estou a morrer de dores de cabeça que não sei se são por causa de estar em frente ao computador há demasiado tempo, por ter dormido pouco e acordado cedo ou porque o meu próprio cérebro me quer impedir de sentar ali e estudar.

Se calhar, só se calhar, é melhor repensar o plano que fiz e pôr Geologia ou assim para depois das férias. Não nos esqueçamos também que tenho questão-aula de Matemática, logo na primeira semana de aulas, sobre a tal matéria da qual não apanhei uma e ainda tenho que voltar ao trauma de ler A Cidade e as Serras, como fiz no ano passado. Tudo isto em duas belas semanas às quais alguém com imenso sentido de humor chamou "férias". *suspira*

on the road


Uma coisa que eu quero mesmo fazer, embora não saiba bem em que altura do calendário, graças à minha vida muito ocupada (risos), é fazer uma viagem com amigos. E, com viagem, não quero dizer ir uma semana a Marina d'Or nas férias da Páscoa, beber até entrar em coma alcoólico ou ir para um cantinho com o número máximo de rapazes que conseguir. O que eu queria mesmo era vadiar dois ou três meses: alugar uma carrinha, pegar em 5 ou 6 pessoas e conhecer o mundo. Parece algo surreal, mas conheço pessoas que já o fizeram e sei que foi uma experiência inesquecível; tenho a certeza que seria das melhores da minha vida. Fá-lo-ia agora, se me deixassem, se pudesse, mas só tenho 16 anos e, além do mais, a minha carga de responsabilidades é bem jeitosa. Talvez no segundo ou terceiro ano da universidade ainda possa contar com os amigos que tenho hoje e talvez todos alinhem no plano. 

domingo, 22 de março de 2015

Às vezes, vais ter vontade de cortar o cabelo. Fá-lo.
Olivia Palermo

Vanessa Hudgens

Miranda Kerr

(Apesar de, com certeza, adormeceres a chorar nessa noite, porque:

Candice Swanepoel

Adriana Lima

Negin Mirsalehi)

(in)decisões // pressão familiar


Falei Discuti com o meu pai há umas semanas por não ter a certeza do curso que devia seguir, da ideia de tirar um ano para pensar me agradar bastante por ter medo de tomar decisões que me viesse a arrepender (não está nos meus objetivos trocar de curso no 3º ano da faculdade, quando perceber que aquilo não é para mim). Não fosse o meu pai do século XV, o discurso que se seguiu foi bastante inspirador e confortou-me imenso: "Tirar um ano para pensar? Estás louca? Eu e a tua mãe andamos aqui a brincar? A gastar dinheiro para a menina andar a passear? Se não gostares do curso, azar! Achas que eu gosto do que faço? Se pudesse trocar de emprego nem pensava duas vezes, mas é preciso trazer o dinheiro para casa, sabes? Não sabes o quanto custa a vida, és uma egoísta, só pensas em ti." Eu sei que ele fala como se vivêssemos numa cabana onde o teto está quase a cair, mas isso está longe de ser verdade. Os meus pais têm emprego sólido, ganham relativamente bem e a minha irmã já não é mais uma boca para alimentar (já é médica e ganha o seu próprio salário por mês). Graças a Deus, nunca senti o que é a crise pela qual o país passa. Nunca me faltou comida, roupa, nunca fiquei em casa por não ter dinheiro para ir sair, nunca não comprei alguma coisa que me fosse necessária por falta de dinheiro. Mas o meu pai é uma pessoa muito negativa e com ideias muito fixas. Lá na cabeça dele, medicina é o único curso que ainda garante a vida a um jovem. Usa sempre o exemplo da minha irmã, que vai sair todos os fins-de-semana, comprou agora um carro novo, viaja imensas vezes com o namorado, etc. O que ele não sabe é que as amigas enfermeiras e bioquímicas da minha irmã ganham mais do que ela. Não sabe também que medicina podia ser, de facto, no passado, a opção mais viável, mas agora é tão viável como as outras. Já há excesso de médicos e, pela altura em que eu acabar o curso, Medicina vai estar tão no fundo como os outros cursos todos.

No entanto, as coisas que ele diz não entram a cem e saem a mil. Já reparei que falo como ele várias vezes e não me conheço quando o faço. Estou de tal maneira condicionada ao que ele diz que começo mesmo a achar que o que importa é ter emprego e ganhar dinheiro; que fazer o que se gosta é um sonho que, nestes tempos, ninguém se pode dar ao luxo de conquistar. Outras vezes, apetece-me mandá-lo dar uma volta, fazer o que eu quero e que sei que está certo e apoiar a ideia de que, de facto, o mais importante é gostar da profissão que se tem. 

O meu trabalho é dificultado pelo facto de não ter nenhum curso que adore imeeenso. Se tivesse, acho que acabaria por escolhê-lo, com ou sem o apoio do meu pai. Não tendo, é muito mais difícil contrariá-lo, porque estou confusa e ele tem sempre argumentos. A minha irmã foi uma sortuda por perceber que queria ser médica, logo no 9ºano. Nunca teve que discutir com o meu pai sobre opções de faculdade, porque sempre estiveram ambos de acordo. Eu estou perdida aqui no meio entre "não me chatear, ir para Medicina porque afinal até nem desgosto e, assim, agrado ao meu pai" ou "não ir para Medicina porque só deve ir quem gosta mesmo e não se vê a fazer outra coisa". Claro que não acho que devo ir para determinado curso só porque o meu pai quer que o faça, mas é tão difícil arranjar coragem para contrariá-lo e fazer algo, sabendo que estou a desiludi-lo ou que não tenho o apoio dele... Afinal de contas, é o meu pai e não estamos numa novela da TVI, em que os pais são rígidos, mas os filhos acabam por seguir o seu próprio caminho e são sempre bem sucedidos no fim, nunca tendo que ouvir um "eu avisei-te" por acabarem a trabalhar numa caixa de supermercado.

Insurgente (sem spoilers)

Ontem, sendo oficialmente o último dia de aulas do 2º período (sim, porque eu já estou de "férias" há uma semana), fui com a minha turma ver o Insurgente. Já é hábito irmos todos (somos quase sempre à volta de 10/15) ao cinema, quando sai algum filme que alguém queira ver e este toooodas as meninas queriam ver. Para quem não sabe, trata-se do segundo filme de uma trilogia (parece moda agora) que começou, no ano passado, com Divergente.


Não sei se sou a melhor pessoa para fazer críticas sobre filmes, porque gosto de qualquer género e, na maioria das vezes, o facto de gostar ou não do filme em questão deve-se ao meu estado de espírito no dia em que o vir. Se calhar é por isso que adorei o Divergente e este, por sua vez, não me aqueceu nem arrefeceu. Não sei se foi pelo facto de ter sido completamente novidade, ainda não conhecer os atores ou ir para lá sem expectativas nenhumas (visto que, quando estrei na sala de cinema, não fazia ideia do que ia ver), mas vim para casa muito mais fascinada do que desta vez. Claro que também pode ter sido por ter visto o Interstellar anteontem, o que não torna a tarefa de me surpreenderem fácil para os próximos filmes que vir.

A Shailene parecia-me a Hazel Grace e não a Tris (o corte de cabelo também não ajudou), o Ansel parecia-me o Gus e não o Caleb; uma das cenas que deveria, suponho eu, fazer-nos sentir "enganados" não resultou, porque percebi logo o esquema; a relação Four&Tris pareceu-me demasiado unicórnios e arco-íris, comparando com a relação deles em Divergente... 


Sinceramente, acho que podiam ter feito bem melhor. Pareceu mais uma ligação entre o primeiro filme e o último do que um filme com história independente, se é que me faço entender. E parece-me que é aqui que entram as inevitáveis comparações com Hunger Games. Se, por um lado, fui a primeira a dizer que Divergente foi 10x melhor que Hunger Games (a história prendeu-me muito mais, a relação amorosa foi bem mais interessante, mais ação, melhor banda sonora... (atores mais giros eheh)), tenho que admitir que fiquei muito desiludida e que não acho, de longe, que se tenha conseguido manter a qualidade da saga com este novo filme. O mesmo não tem acontecido em relação à trilogia rival: vou gostando sempre mais do filme mais recente do que do anterior. É claro que os rapazes não pouparam as críticas. Fico sempre com peso na consciência por "obrigá-los" a ir ver este tipo de filme, quando, no fim, também não gosto assim tanto. Se eu não acho grande coisa, imagino eles.

Resumindo: Soube a pouco para mim, que estava com as expectativas tão elevadas. depois de ter gostado mesmo do anterior, mas não deixou de ser um serão bem passado... só não foi tão bom como o primeiro. E btw, o Theo continua digníssimo do seu 3º lugar no meu top 10. 

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