domingo, 31 de maio de 2015

help!!!


Estou super preocupada com a minha cadela. Houve uma altura, há uns tempos, em que ela fugia muitas vezes de casa, até colocarmos vedação, e agora anda com uma barriga muito inchada e dura e as maminhas muito salientes, portanto quase de certeza que está prenha. O problema é que ela é mesmo muito novinha, fez ontem um ano, ainda só teve um cio e não é aconselhável que as cadelas fiquem prenhas antes do terceiro cio. Não sei o que fazer. 
Em primeiro lugar, tenho que ir ao veterinário ter a certeza de que está prenha, como é óbvio. Mas e depois? Deixá-la ter os bebés? Não temos condições (nem a minha mãe ia querer) para ter mais cães cá em casa e acho muito difícil que alguém queira cãezinhos, ainda por cima sem serem puros (não faço ideia com quem é que ela cruzou). Para além disso, há a agravante de ela ser pequenina, pelo que pode haver muitas complicações, tanto para os bebés, como para ela. Abortar? Eu sou a favor do aborto em humanos, em determinadas condições, desde que seja a vontade dos progenitores. Como é que eu sei que ela não quer muito ter os filhinhos? Isto pode parecer parvo, mas tenho medo que ela fique deprimida e reaja muito mal ao pós-aborto. Alguém já passou por uma situação semelhante/sabe o que fazer? 

sábado, 30 de maio de 2015



Amanhã faz um ano que fui ver Ed Sheeran e Lorde. Sem dúvida, dos melhores dias da minha pequenina vida. Apesar do amor pela Lorde estar um pouco apagado (talvez pela falta de músicas novas e novidades sobre ela em geral), parece que, a cada dia que passa, me dá mais gosto ouvir o Ed e orgulho-me, ainda que seja uma coisa insignificante, de ouvi-lo e acreditar no talento desde o inicio, quando ninguém sabia quem ele era. Pode parecer ridículo (porque nem o conheço), mas orgulho-me imeeeeenso dele e de tudo o que ele conseguiu. É a celebridade mais incrível, simples, humilde e talentosa que por aí anda e uma inspiração tão grande a todos os níveis! Estou ansiosíssima à espera do próximo concerto, adorava poder conhecê-lo pessoalmente.

wrong way

Uma das coisas que sempre mais admirei no N foi o facto de ser um rapaz bastante diferente daquilo que poderia ser, dado a vida que tem. Nunca arrogante ou com a mania da superioridade a falar com alguém, pelo facto de ter 10 raparigas atrás dele; sempre muito certinho quanto a horas de chegar a casa e quanto ao número de vezes que saía, por vontade própria, para não deixar a mãe sozinha em casa durante muito tempo; tabaco e álcool em exagero sempre foram assuntos fora de questão (nunca o vi alegre sequer); os melhores amigos dele eram as mesmas pessoas desde o 5º ano, apesar de conhecer quase a cidade inteira. Quando o conheci, já o conhecia (por ele ser amigo de amigas minhas e também porque pouca gente há aqui que não saiba quem ele é) e foi uma surpresa enorme para mim descobrir todas estas coisas sobre ele. A ideia que tinha (e tenho) de quase todos os rapazes 'populares' é de que só querem ir a festas, sair até de manhã, beber, fumar e falar com o maior número de raparigas que conseguirem... ele era exatamente o contrário.


Ontem foi o sarau da minha escola e toda a cidade estava lá. Fui com a minha turma e com o resto do pessoal (aqueles amigos que eram do N, mas ficaram meus amigos, mesmo depois de termos acabado) e a J contou-me que está chateada com ele. Chateada é pouco, ela estava completamente fula: a maneira como ela explicava o porquê do sucedido e a cara dela quando eu disse que ele também devia ir lá ter connosco eram de raiva e completa desilusão. 

- Eu já não o conheço, ele não é a mesma pessoa. Está um nojento e um porco, e isto é tudo por causa dos amiguinhos que ele tem agora.
- Que amiguinhos?
- Adivinha.
- O D? - ao que ela assentiu com a cabeça.

Fui direitinha ao nome porque já estava à espera. O D é provavelmente o rapaz mais grosseiro e infantil e otário com a mania da superioridade que eu conheço (já falei dele aqui, foi aquele rapaz que gozou com um amigo meu, nas listas para o parlamento jovem). Ele é mesmo daqueles gajos que acha que é lindo, que tem o mundo a seus pés, que acha que é o mais desejado da cidade e que tem muitos haters porque tem uma namorada bonitinha e porque acha que pode andar com as raparigas que quiser. Eu odeio-o profundamente e o N sabe disso porque estávamos juntos quando houve aquela confusão toda e eu andava mesmo revoltada com a situação. Mas o D era amigo de amigos dele e saíam algumas vezes no mesmo grupo e, por isso e por nunca ter sido do tipo de pessoa que se mete em confusões, não disse nem fez nada em relação ao assunto. Daí a terem-se tornado melhores amigos é que eu já não imaginava, mas ultimamente vejo-os sentados na mesma mesa do café, com outro pessoal, a comentar as fotos um do outro, a fazerem festas, a combinar saídas, etc.


- Ele está tão diferente, I. Tu não notas? A culpa é toda daquele deficiente do D. O N já nem sai connosco, nem sequer liga a ninguém, já não quer saber das pessoas com quem costumava estar todos os dias. Só fala de merda, tens visto as fotos que ele põe no instagram? (tenho, basicamente são todas relacionadas com comentários e frases de engate porcas) Agora fuma, bebe demasiado, no outro dia a M disse-me que ele comeu (odeio esta palavra, mas em falta de melhor...) a T. A T!!!! Aquela oferecida que anda com metade da cidade! Ele está completamente perdido. Não tenciono falar com ele enquanto ele não abrir os olhos e vir no que se está a tornar.

Eu sempre desconfiei que havia alguma coisa esquisita entre ele e a T. Apesar de ela não fazer parte do grupo, eles comentavam muitas vezes as fotos um do outro, sempre com brincadeiras de quem fala regularmente. E isso já acontecia quando namorávamos e já acontecia antes de namorarmos, por isso nunca me importei. Tinha plena noção de que se ele quisesse, ela queria, mas eu sabia que ele não queria nem era do tipo de rapazes de se meter com uma qualquer (principalmente, com namorada), por isso nunca fiz filmes em relação a isso. Isto tudo faz-me pensar no quão desesperado ele deve estar agora para se meter com ela, depois de a conhecer e ter tido oportunidade para o fazer durante mais de 2 anos, sem nunca se sentir minimamente inclinado para tal. O que quero dizer é que duvido que, em pouco mais de dois meses, ele tenha percebido que ela, afinal, até faz o género dele e até gosta dela mais do que gosta de uma simples amiga.


No fundo, eu não quero acreditar em nada disto. Ele continua igual comigo, igual ao rapaz incrível que sempre foi. Depois de tudo o que aconteceu entre nós, ficamos amigos (porque não fazia sentido ser de outra maneira) e falamos muitas vezes, estamos juntos em festas ou no café, de vez em quando, e nunca notei nenhuma diferença de atitude. Mas se o que a J me contou é, de facto verdade, ele já não é ele próprio, mas sim alguém parecido com o D, alguém que eu não suporto, mas quem sou eu para lhe dizer para ele acordar para a vida? Para lhe dizer que ele não é assim? Que ele detesta tabaco e álcool? Que só teve 3 namoradas, incluindo eu, porque acha errado meter-se com raparigas por quem não sente nada? Há alguma coisa que eu tenha o direito de dizer ou impor, depois de tudo a que já o sujeitei por causa das minhas inseguranças e infantilidades? Acho que não. E não poder fazer nada é o que custa mais.

sábado, 23 de maio de 2015

shameless confession #3


Adorava ser mais culta em relação à arte em geral, principalmente em relação à música (clássica).

Os meus pais iriam passar-se se lhes dissesse que queria ir estudar para fora?


Provavelmente, numa fase inicial - o choque pela 'tomada de decisão', mas acho que não iriam ficar muito surpreendidos. Toda a família está farta de saber o quão fascinada sou por Nova Iorque e pelo mundo, em geral. 

Há algum tempo, o meu pai, no meio de uma conversa sobre as notas que tive no 2º período, saiu-se com isto: "é esse o problema das escolas públicas... nunca ajudam os alunos a ter margem para descer um bocadinho nos exames. Para se conseguir manter a média depois, é preciso que a média antes já seja de 19 tais. Mas bem, eu estou para aqui a falar e nem sei o que ela quer" ao que eu respondi "já te disse que é Medicina, já falamos sobre isso" e ele voltou "já falamos sobre muita coisa, mas nunca me convenceste de que era isso que querias realmente. Mas também olha: informática parece-me que tem futuro, mas não acho que tenha muito a ver contigo; em direito, cá, és explorada; ensino nem vale a pena, porque está pior que sei lá o quê; moda e essas coisas que tu até tens jeito, só se for para o estrangeiro... tu até nem te importavas, não era?". A primeira conclusão que tirei da conversa foi que ele se sente, de certa forma, culpado, por falar tantas vezes de Medicina sem nunca se preocupar em perguntar-me o que eu realmente quero. Por outro lado, acho que ele finalmente percebeu que eu estou completamente à nora, sem certezas de nada e preocupada porque esta grande decisão espera-me dentro de pouco tempo. Ele não quer que eu escolha Medicina só porque ele acha que isso é o melhor para mim, ele quer que eu queira também. Por fim, acho que ele quer que eu tenha todas as experiências que ele não teve oportunidade de ter, no passado (o meu pai adora viajar, mas fá-lo pouco). 

Acho que seria fácil para mim voar para Nova Iorque, sabendo que iria estudar lá durante uns anos, mas obviamente que não é assim tão simples (seria fácil no primeiro dia). Ia morrer de saudades das pessoas que tenho cá, de toda a minha família, amigos, da vida que, apesar de pequena, foi feita cá desde o início. Claro que não seria fácil estar sozinha numa cidade enorme sem o abraço da mamã quando qualquer coisa corresse mal, a comida pronta na mesa, todos os dias, à mesma hora nem ter os avós a 10 minutos de carro. Por isso é que eu falo, falo, mas na hora da verdade não sei se seria capaz de o fazer. 

Tenho quase a certeza que, se tivesse as coisas bem definidas na minha cabeça, tudo planeado e com todas as certezas do mundo, os meus pais iriam ponderar. Iriam ficar reticentes claro, bastante até, mas iriam pensar no assunto. A verdade é que eu não sinto que pertenço aqui e os meus pais não querem, de longe, ser responsáveis pela minha infelicidade. As you can see, I got a lot in my mind right now.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

shameless confession #2


Acho que nunca conseguirei ter uma relação amorosa com alguém que não ache fisicamente atraente.
O Chris só está ali para servir de exemplo.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

SÉRIES | I'm crushed

A semana passada foi cheia de despedidas: último episódio de Revenge (de sempre), último episódio da temporada de Arrow, último episódio da temporada de The Originals e último episódio da temporada de The Vampire Diaries aka último episódio de sempre da Nina. 

Revenge é uma série da qual já falei aqui e aqui. Comecei a vê-la no verão do ano passado e fiquei completamente vidrada na história. Embora a última temporada tenha sido bastante inferior às primeiras três, foi uma série que nunca tive vontade de deixar de ver (talvez pela força de vontade e coragem da Emily, pela personalidade incrível do Nolan ou pelos olhos do Jack). Vai ser sempre das séries que mais me deu gosto seguir e fico feliz por ter terminado quando devia, em vez de andar a arrastar a história por mais temporadas, quando já deu tudo o que tinha a dar. O final foi o que esperava e é assim mesmo que uma série deste estilo deve acabar: sem grandes dramas, um bocadinho de nostalgia, um bocadinho de tristeza, mas, acima de tudo, felicidade e sensação de missão cumprida. Vai deixar saudades!



Arrow é uma série sobre a qual também já falei aqui e aqui, embora a minha opinião tenha mudado completamente desde que escrevi ambos os posts. Não sei bem como nem quando, mas acho que o turning point foi no momento em que comecei a querer ver o Oliver com a Felicity. Acho que a partir daí, a série melhorou imenso, não só ao nível emocional das personagens, mas também porque esta evolução se fez acompanhar de um grande desenvolvimento da história, mudança da rotina e acontecimentos inesperados.  E o mais importante a notar é que as falhas de realização/coerência e a quantidade de cenas estúpidas/sem sentido diminuíram substancialmente! Deixou de ser uma série cansativa, previsível e para ver nas horas vagas, passando a ser das mais urgentes a ver. Esta terceira temporada então, ao contrário de inúmeras opiniões que já li, foi sem dúvida a melhor: excelente a todos os níveis. Foi por causa desta temporada que, finalmente, percebi o porquê de toda a fama que a série tem: teve tudo o que uma temporada deve ter, principalmente nos últimos 5 episódios. Conclusão: tornou-se numa das minhas séries favoritas e espero que o nível se mantenha na próxima temporada.

P.s: Olicity aconteceu, people!!!



The Originals é, provavelmente, o melhor spin-off alguma vez feito. Não é que concorde com o que dizem, visto que mais de 70% dos fãs é da opinião de que é melhor que The Vampire Diaries, mas, ainda assim, é excelente. Esta segunda temporada conseguiu superar a primeira e inovar a história, trazendo ao ecrã uma das vilãs que mais me aterrorizou (sem dúvida, a melhor vilã de TO e TVD). Não sou louca pela série mas gosto de ver para matar as saudades dos vampiros originais, que tanto fazem falta a TVD. O Klaus é a personagem que causa em mim mais controvérsia de sentimentos, no mundo televisivo. Isto porque ele pode fazer as coisas mais horríveis e monstruosas, típicas de psicopata, doente (e fá-las) e mesmo assim nunca deixo de gostar dele. Não sei se é pelo melhor sotaque britânico que já ouvi, cabelo loirinho ou sorriso traquina, mas ele é simplesmente adorável, mesmo quando mata a namorada do irmão ou esfaqueia os pais. Só há uma coisa a que não acho grande piada: ao romance Klaus e Camille. Eu sou da old school, que ainda espera que, num futuro longínquo, a Caroline (o verdadeiro amor da vida dele!!!!) deixe The Vampire Diaries e vá para The Originals, mostrar à Camille (que, apesar de ser uma querida, é uma seca) como é que se faz. Klaroline ftw!



Estou farta de elogiar The Vampire Diaries aqui (aqui, aqui, e aqui), já todos sabem que  a minha série do coração, por razões que nem sei explicar. Vivo imenso a história e as personagens e por isso é que comecei a chorar aos 10 minutos do último episódio e só parei passado uma hora. Qualquer coisinha mais triste que aconteça em TVD é motivo para uma lagrimazita, imaginem então o último episódio da Nina na série. Arrisco a dizer que foi a season finale mais emocionante e não, não me esqueci da season finale da temporada 3. Todos os últimos episódios de TVD têm por hábito ser tristes e fazer com que morramos um bocadinho por dentro ao vê-los, mas este em especial tocou mesmo lá no fundo. Foi, basicamente, a despedida da Elena de todos os que faziam parte da sua vida, individualmente, mas foi também a despedida da Nina. É horrível, porque eles vão buscar momentos marcantes das primeiras temporadas e reproduzem-nos, como sendo "a última vez" que tais momentos se irão repetir. Claro que é uma nostalgia à qual ninguém escapa, principalmente os que cá estão desde o início, a acompanhar assiduamente. Foi realmente muito triste e, sem dúvida, uma despedida digna de uma personagem principal (ainda bem que a produtora não é a Shonda Rhimes aka produtora de Anatomia de Grey aka mulher que matou o Derek - personagem masculina principal - em cinco minutos de episódio). Não vou dizer que estou a morrer de ansiedade pela próxima temporada, porque não estou. A próxima temporada é, quase de certeza, a última e, mesmo que possa vir a haver outra, TVD não é TVD sem a Nina. Well, tudo o que é bom acaba, certo? *sad*

Último beijo Delena.
Parece que, no final (apesar de não ser um final feliz), ela sempre ficou com o Damon.
Ian e Nina, no último dia de gravações dela.

Paralelo entre um dos primeiros episódios, quando a Bonnie conta à Elena que acha que é bruxa,
e a despedida entre as duas melhores amigas, no último ep da 6ª temporada.
Tears, so many tears.

sábado, 9 de maio de 2015

shameless confession #1

Starstruck, Disney
Vocês não têm noção do quanto eu gosto deste filme. A última vez que o vi devia ter uns 12 anos e ainda me lembro perfeitamente da história e de ter ficado completamente passada por não se terem beijado nem uma vez, durante o filme inteiro. Acho que o que me levou a gostar tanto foi o facto de eles se odiarem no início e depois acontecer toda aquela reviravolta que, aos 12 anos, era algo inédito. Isso e o Sterling Knight e aquelas músicas que eu adorava e ainda sei de cor. Deve ter sido o último filme da Disney que vi, por isso tem um lugar especial no meu coração, bem ao lado de High School Musical.

P.S.: Não vou vê-lo hoje...

sexta-feira, 8 de maio de 2015

se virem alguém assim, sou eu #7

1 - Camisa verde tropa.
2 - Calças de ganga justas.
3 - Mala preta rígida.
4 - Relógio preto e prateado.
5 - Overall preto.
6 - Verniz preto da Essie.
7 - Cinto preto e prateado.

terça-feira, 5 de maio de 2015

básica, básica, básica... e ridícula




Por amor de Deus, alguém que diga à Beyoncé que ela já é mãe e que, com 33 anos, já tem idade para ter juizinho na cabeça! Não sei o que lhe aconteceu, provavelmente é porque vende mais, mas ultimamente ouvir as músicas dela é algo pior do que ouvir obras no apartamento de cima. Pior que isso é só mesmo a imagem sexual que transmite (tal como, aparentemente, a maioria as celebridades do mundo da música) em todos videoclips que lança e, principalmente, na escolha de outfits, para galas e festas, que obedecem 9 em cada 10 vezes à regra: brilhantes e transparências em todo o lado, inclusive no rabo (para o mostrar bem, visto que ainda ninguém sabe que o tem enorme). Ai Beyoncé, eras tão mais elegante quando cantavas a Halo e te vestias como uma senhora decente!

P.S.: O que me choca mais no meio disto tudo é ainda não ter visto nenhuma crítica ao sucedido. Todos aplaudiram de pé e ficaram completamente apaixonados pelo vestido (que é igual a outros 500 que já usou), em vez de a avisarem que foi para o Met Gala e não para uma festa em casa da Miley Cyrus. Se fosse uma miúda qualquer no facebook com um bocado mais de decote instalava-se a festa, como é só a Beyoncé, um exemplo para milhões de fãs que a seguem, não faz mal mostrar tudo o que tem, principalmente numa gala daquele nível.

P.S.2: A mesma coisa para a Jennifer Lopez e a Kim Kardashian, embora que com esta última nem me rale tanto porque nem sequer a considero uma pessoa ao nível do 'normal', quanto mais uma celebridade.

P.S.3: Não sou nenhuma hater da Beyoncé, atenção! Estou é assistir de perto (e com pena) no que ela se está a tornar, como pessoa que a admirava bastante há uns anos atrás.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

FASHION | Summer wishlist

Olá a todos!! Sei que ultimamente os meus posts têm sido quase sempre relacionados com moda, coisas superficiais and all, mas acontece que a minha vida ultimamente anda tudo menos emocionante. Nada de rapazes que virem o meu mundo do avesso, viagens planeadas para um sítio espetacular ou acontecimentos engraçados com amigos. Portanto, e como dizem que a roupa é a melhor terapia, construí uma wishlist das peças que mais gosto atualmente e não me importava nada de ter no armário para a nova estação (não incluí calçado porque o último post foi especialmente dedicado a isso). Alguma peça em especial que gostem? Deixo em baixo as lojas onde podem ser adquiridas. Beijinhos*

1 - H&M
2 - Mango
3 - Daniel Wellington - não deve ser difícil arranjar em qualquer ourivesaria
4 - Mango
5 - ALDO
6 - H&M
7 - Estas em particular não sei, mas há umas na Zara muito parecidas
8 - Topshop
9 - Mango
10 -  H&M
11 - Não faço ideia, mas se alguém souber, avise!
12 - Topshop
13 - Primark

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