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sexta-feira, 24 de abril de 2015

that bitcher we all hate in high school

A saga com a minha professora de Biologia deve estar, por esta altura, por volta do quinquagésimo volume. Relembro que é uma professora que já passou todos os limites possíveis e imaginários que algum professor pode chegar em relação a um aluno (exceto bater-me ou atropelar-me). Acho que nunca odiei tão genuinamente um professor: tudo o que ela faz ou diz irrita-me profundamente. Não consigo suportar o falso sorriso que ela faz quando passa por nós nos corredores, quando nas aulas é uma filha da mãe para toda a gente. Claro que o ódio de estimação preferido dela sou eu. Embora já esteja habituada, ainda não percebo muito bem porque é que todos os professores e desconhecidos em geral têm tendência para não me poderem ver à frente. Maybe I'm the problem. De qualquer das maneiras, continuo a achar que não me devia sentir desconfortável quando sei que vou ter aula de Biologia no tempo a seguir. E isto só acontece porque eu sei que ela vai sempre arranjar alguma coisa para criticar em mim: ou estou distraída, ou distraio todos os meus colegas, ou não me rio de uma piada estúpida qualquer que ela faça ou de um palavrão que lhe saia a meio das frases, como já é habitual. Como me deu 18 no período passado, não perde uma oportunidade que seja para dizer "depois queres 18"; "uma aluna de 18 não tem esse tipo de dúvidas"; "já estou arrependida de te ter dado o 18". Hoje não falei a aula toda e ainda assim conseguiu chamar-me à atenção (a A e o D são à minha beira e estavam a conversar). 


Mas, na verdade, ontem foi quando me passei verdadeiramente. À quinta-feira à tarde temos sempre aula de apoio de preparação para exame e depois o meu pai costuma ir buscar-me para me levar à explicação. No entanto, não consegui falar com ele para combinar as coisas antes de começar a aula. Mal me sentei à beira do J, como o normal, e deixei um espaço para a A do meu outro lado, desviei-me um bocado para o lado dele para ouvir a prof, que estava sentada na sua secretária, para variar. Nem um segundo tinha passado, nem tinha aberto a boca. Quando pôs os olhos em mim, interrompeu o que estava a dizer e começou aos berros "Uuuuuuuui, a M (chamou-me pelo apelido, o que também não acho piada nenhuma) à beira do J? É que nem pensem que dou aula assim! Na, na... Ainda por cima já está ali o lugar guardadinho para a A... Isso é que era bom. M, aqui para a beira da L." Expliquem-me que raio de professora troca os lugares dos alunos numa aula de apoio sem eles sequer terem falado uma única vez. É só implicância e mania do poder. Mas continuou.


Quando a M tirou uma dúvida um pouco ou muito desnecessária, a prof respondeu-lhe mal "era só essa a tua dúvida? Por amor de Deus, assim nunca mais chegas ao 20! Nunca mais avanças eu sou professora de Biologia, não sou de Química." Claro que ela começou logo a fazer beicinho, porque não é normal, de todo, um professor reclamar com ela. Ficou logo com cara de enjoada, prestes a chorar e nem olhou para a professora enquanto ela lhe explicava a dúvida. A seguir à explicação, a prof pediu-lhe desculpa e eu só lhe quis atirar com o porta-lápis à cara. Quer dizer, já me chamou de tudo em frente à turma toda, já me criticou todo o tipo de coisas, já me disse que eu não tenho capacidades para alcançar os meus objetivos e, no meio de tudo isso, nunca, nunca teve nenhum reflexo de arrependimento. Mas basta a menina queridinha fazer má cara, que tem logo que se lhe pôr paninhos quentes e passar a mão pelo cabelo: "claro que eu não devia ter falado assim", "desculpa, fui injusta", etc. 

A melhor de todas foi quando o meu pai me ligou a meio da aula. Ela estava a explicar uma dúvida qualquer à Al e estava toda a turma a falar, quando eu pergunto se podia ir atender uma chamada lá fora, rapidamente, ao que ela responde: "Podes, vai lá... Não sei porque é que vos ligam se sabem que estão em aulas, mas pronto, esse é outro assunto". Bati a porta com mais força por causa dessa boca. Ela é a pessoa mais hipócrita e nojenta que eu já conheci. O telemóvel dela toca praticamente todas as semanas e ela começa sempre a rir-se e pede desculpa, como uma criança quando é apanhada em flagrante a fazer asneiras. O mais engraçado é que, há uma semana atrás, na aula de apoio, a filha dela ligou-lhe e seguiu-se exatamente isto: "Ai, é a minha filha. Não sei porque é que ela me está a ligar se sabe que estou em aulas..." - e fica a olhar para o telemóvel a morder o lábio, enquanto ele toca - "Vou atender." - e atendeu no meio da sala, com 13 alunos a olhar para ela, feitos parvos, com a explicação interrompida e a ouvir toda a conversa que durou mais de dois minutos. Se ela pode fazer isso sem qualquer tipo de problema (sim, porque ninguém levou a mal, como é óbvio), porque raio é que eu não posso sair durante 30 segundos quando a minha presença na sala nem sequer está a ser relevante no momento e não estou a interromper um momento sério de revisão ou algo do género? 


Não dá para expressar o quanto estou farta desta pessoa, de a ver a ser ridícula todos os dias, incoerente, injusta, mal-educada, parola, baixo-nível e infantil. Não posso mesmo ver a cara dela à frente e não aguento, de certeza, outro ano com aquela bruxa. O que me vale é que falta pouco e que depois nunca mais tenho que a ver à frente. Estou a considerar mandar-lhe um e-mail, no fim da 2ª fase, onde ela perceba bem explicitamente tudo o que eu penso dela. Talvez lhe mande o link dos posts ou talvez escreva uma carta a insultá-la da mesma maneira que ela me insulta mas à qual, para já não posso responder. Até lá, espero que ela se acalme, tenho coisas bem mais importantes com que me preocupar do que em fazer com que ela goste de mim. 

sexta-feira, 27 de março de 2015

preparada para a vida

Vou certamente deixar o secundário sem: saber o que é um certificado de aforro, como analisar contratos, cozinhar, saber ler etiquetas da roupa, saber quais são as principais taxas e para que servem, o que é a bolsa ou como escolher o melhor banco para depositar dinheiro.


Porque a escola prepara-nos é para a vida! Com certeza que saber calcular os máximos, mínimos e período de uma função será bem mais útil para o nosso futuro como mães, donas de casa e cidadãs do que todas estas coisas.

terça-feira, 24 de março de 2015

vai ficar tudo bem


Bem, acho que o meu plano de estudos está a correr como planeado. Tenho 9 unidades de Biologia, 4 temas de Geologia, 4 unidades de Física e 4 unidades de Química para estudar até ao final das férias.

Entre ontem e hoje, li a primeira e a segunda unidade de Bio. Pelo final do dia, segundo o que tinha planeado, já deveria ter acabado a 4ª unidade de Bio e a 1ª de Química. (Não tenho culpa de detestar a porcaria da fotossíntese e de me perder a olhar para a parede a cada frase que leio sobre o tema.)

O meu objetivo para hoje era acordar cedo e consegui! Acordei às 10h!... O que não valeu de rigorosamente nada, porque são 17h e estou perdida na Internet desde as 13h.

Para melhorar a minha situação não está a chover, por isso não posso pensar "bem, mais vale estudar... também se não estivesse a fazê-lo, não poderia sair".

Por fim, estou a morrer de dores de cabeça que não sei se são por causa de estar em frente ao computador há demasiado tempo, por ter dormido pouco e acordado cedo ou porque o meu próprio cérebro me quer impedir de sentar ali e estudar.

Se calhar, só se calhar, é melhor repensar o plano que fiz e pôr Geologia ou assim para depois das férias. Não nos esqueçamos também que tenho questão-aula de Matemática, logo na primeira semana de aulas, sobre a tal matéria da qual não apanhei uma e ainda tenho que voltar ao trauma de ler A Cidade e as Serras, como fiz no ano passado. Tudo isto em duas belas semanas às quais alguém com imenso sentido de humor chamou "férias". *suspira*

domingo, 22 de março de 2015

férias aka fim-de-semana

Não acho que seja possível explicar por palavras o quão exausta me encontro neste momento, a nível físico e psicológico. Este último mês foi algo trágico. Se antes do Carnaval já estava completamente aterrada, depois é que foram elas. Desde aí até à semana passada, não parei um segundo. Não fossem os meus professores, as avaliações ficaram todas encavalitadas, umas por cima das outras: teste de português segunda-feira, apresentação oral e questão aula de físico-química na terça, teste de biologia na quarta, questão laboratorial a físico-química e teste prático a biologia na quinta. Na semana a seguir, a mesma coisa com disciplinas diferentes. Não é desculpa, eu sei, mas, como é óbvio, as minhas notas desceram em relação aos primeiros testes. Não consegui estar atenta a matéria nenhuma que demos na última semana. Cheguei ao ponto em que os professores repararam nas olheiras e na falta de atenção. Houve alturas em que me sentei na cama antes de ir dormir, sabendo que tinha cerca de cinco horas de sono pela frente até acordar e começar um novo dia igualmente horrível, em que só me apetecia chorar. Parece que não importa o quanto eu me esforce ou o quanto eu saiba, de facto, a matéria toda, os meus resultados nunca refletem o meu trabalho. Fico frustrada. Nada do que errei no teste de FQ foi relacionado com a matéria. Resumiu-se ao esquecimento de uma casa decimal ao introduzir os dados na calculadora (o que é que adianta ter o raciocínio todo certo numa escolha múltipla?) ou a obter 60º ao subtrair 40º a 90º, mentalmente. Errei um exercício, no teste de matemática, que consistia no desenho de um gráfico. Não fazia ideia de como se fazia, tive mal. Aos que tinham a máquina gráfica nova, bastou introduzir a expressão e tcharam. Fiquei sem um valor e meio e eles tiveram-no dado. Mas os professores querem lá saber. Já me conhecem desde o início do 10º e sabem perfeitamente o tipo de aluna que eu sou, mas dar uma décima para subir a classificação final porque compreendem que temos muita pressão em cima dos ombros e, às vezes, podemos cometer um deslise ou outro? Nem pensar, credo! Que horror!!! Tenho a sensação de que se esquecem que temos disciplinas que exigem estudo bastante intenso (e que a disciplina deles não é a única que frequentamos!), que temos dois exames no final do ano e que a compreensão/ajuda deles pode ajudar a decidir a nossa vida. Que é que lhes interessa? É o que der na média, acabou-se. 

"How's school going?"

Ainda bem que agora tenho duas semanas de férias da Páscoa para descansar um bocadinho e voltar fresquinha para o terceiro período. Just kidding. Como se já não bastasse, as minhas férias resumem-se a este fim-de semana. Segunda-feira, toca a pegar no livrinho que comprei da Porto Editora de preparação para o exame de Biologia. Tenho que adiantar bastante o estudo, tenho mesmo. Se até agora foi assim, daqui em diante é que vai ser. Tudo até Junho, se não tiver um esgotamento nervoso antes (isto se não for à 2ª fase, o que é pouco provável). Se não, tenho-o depois. Por agora, vou continuar a deitar-me em 4 alturas do dia diferentes para dormir duas horas de cada vez e ter pesadelos em cada uma delas (como aconteceu hoje). O secundário é mesmo uma merda.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

A


Hoje não é um bom dia. A A contou ao grupo que vai, provavelmente, viver com a tia e, consequentemente, mudar de cidade e escola, porque a mãe dela vai viver para Angola, com o pai. Bem, ela é a minha melhor amiga e não me imagino sentada à beira de mais ninguém nas aulas nem me imagino a única rapariga no meio de um enorme grupo dos rapazes, nos almoços de terça e quarta-feira. Ela é a única pessoa que percebe (e acha piada) às coisas mais absurdas que eu digo e é a única que conta piadas piores que as minhas. Ela é aquela pessoa que ri durante cinco minutos sozinha, antes de contar o motivo, e que tem sempre minas para os lápis e corretor. Podemos partilhar os phones e falar de coisas sérias enquanto fazemos piadas. Ou sem fazermos piadas, de todo. Achamos os mesmos rapazes giros e gostamos das mesmas séries. Ela sabe tudo sobre mim e eu sei tudo sobre ela. Não temos vergonha de chorar à frente uma da outra, embora não seja frequente. Às vezes, ela vem a minha casa e comemos as pipocas todas antes de começar o filme. Fomos a Lisboa juntas ver os One Republic. Ela sempre quis medicina, mas agora não quer. Quer ir para Coimbra e o Porto não será das primeiras opções dela. O destino de sonho dela é Bali e, por isso, o cão dela chama-se Balu (ela é muito criativa). Gostamos secretamente de Fifty Shades of Grey, mas não dissemos a ninguém da turma. Não gosta de pizza, bolo nem gelado. Fica olhar para mim como se eu fosse retardada quando eu canto High School Musical e espera sempre que chegue a comida de toda a gente antes de começar a almoçar. Preferia ser a Angelina Jolie do que a Beyoncé. Gosta de usar sapatos estranhos. Podemos falar inglês o dia todo. Não há nenhum professor que saiba o nome dela. Queremos viver juntas em Nova Iorque. Ela não se importa que eu fale de Arrow a toda a hora, mesmo que ela não veja. Na verdade, é quase como se visse, por mim, porque sabe tudo o que acontece. Não ficamos muito morenas no verão. Gostamos de deprimir em conjunto a ver fotografias da Candice. Se ela não gosta de alguém, eu também não gosto e vice-versa. Basically, she's kind of my soulmate and I don't want her to leave.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Biology probs


Os testes de Biologia têm aquele dom de parecerem fáceis e darem a ideia de que até estão a correr bem. Depois vêm os critérios e tiramos 10.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

everything's upside down

Estamos no início de Setembro e, no meu vidacionário, isso significa regressar à cidade que me vê partir todos os anos em Julho. Regressar à cidade significa, por sua vez, rever todas as caras com quem estou habituada a conviver durante o ano letivo (incluindo aquelas que preferia evitar). 

No entanto, este ano, tudo está diferente. Tive o verão da minha vida no ano passado e sabia que iria ser difícil superá-lo, o que logicamente não aconteceu. E isso reflete-se aqui e agora.

Comecemos pelo T, also known as tempo que não ajudou em nada à minha boa disposição diária habitual, nesta altura do ano. Apesar de ser altura de recomeço de aulas, costumo andar contente por estar de volta e matar saudades de tudo e todos... sair por aí e só voltar para casa às 20h. Não está a acontecer.

Outro dos meus maiores problemas começa por N... e este aqui é o mais delicado. Foi o rapaz que me marcou mais, desde sempre. Conhecemo-nos há um ano e pouco e foi no verão do ano passado que nos começamos a dar mesmo bem. Nesta altura, apenas recuando 365 dias, estavamos praticamente comprometidos. Mas não seria a minha vida se não parecesse um filme e, como tal, só começamos a namorar em Maio deste ano. O nosso namoro foi curto mas a relação foi intensa. Foram muitos meses em que, apesar de não estarmos juntos, estávamos juntos. E, agora, sinto a falta disso com'ó caraças. Eu sabia que tinha alguém com quem podia contar, não importa o que acontecesse. Alguém que, acima de tudo, se preocupava imenso comigo e com o meu bem-estar. Perdemos o contacto e tenho que aguentar calada - e quase todos os dias - a imagem dele a apaixonar-se por outra rapariga, porque eu o deixei ir. Mas caramba, será que não fiz bem? Se passado tão pouco tempo ele já anda sempre agarrado a outra (embora me tenham relatado que ele próprio se diz desinteressado), seria real o que ele mostrava sentir? Isto é ridículo, toda esta situação. Até porque conheço a rapariga e cá, nesta cidadezinha, os meus 'amigos' são os dele e os 'amigos' dele são os meus. Fica um ambiente demasiado tenso quando estamos no mesmo sítio. Porque toda a gente nos adorava juntos, porque ele amarra-se a ela à minha frente, porque toda a gente procura na minha expressão algo que indique que estou incomodada com o que está a acontecer ou porque não sabem o que pensar, de todo. Estou completamente perdida. 




Conheci o C quando conheci o N, exatamente no mesmo dia, na mesma situação. Enquanto que, com o N, a química foi imediata, vi no C alguém que eu sabia que tinha tudo para se tornar muito importante para mim. E foi o que aconteceu. Apesar de ele namorar, começamos a sair imensas vezes juntos porque foi empatia imediata, demo-nos super bem e ele é daquelas pessoas que põe todos à vontade. Passado uma semana, já me sentia confortável para fazer piadas, contar-lhe umas pequenas partes da minha vida e isso foi crescendo à medida que o ano foi avançando. Acho que toda a gente, no fundo, achava que íamos acabar por ter alguma coisa, mas isso nunca passou pela cabeça de nenhum dos dois (já falamos sobre isso). Ele tornou-se num dos meus melhores amigos num instante e sem eu saber muito bem explicar 'como' e exatamente 'quando'. Recentemente, ele acabou com a antiga namorada por causa de uma grande amiga minha, a A. Apaixonaram-se um pelo outro, mesmo estando ambos comprometidos. Achava super fofa a relação deles, porque eram duas das pessoas que mais gostava, no entanto, eles fizeram algo que eu nunca faria: isolaram-se. Se o C ía, a A ía. Se a A não ía, o C não ía. Se o C queria sair comigo, tinha que perguntar à A se ela não se importava. Se o habitual grupo fosse sair e eles já tivessem coisas combinadas, não podiam vir ter connosco (como se não passassem 14/24h por dia juntos, sozinhos). Para piorar a situação, o C é grande amigo do N, já há anos, e é estranho para ele convidar-nos a ambos para sair. Há situações em que eu não sou convidada porque o N vai lá estar e parece um pouco que toda a gente está a escolher um lado que não é o meu. Já não estou com o C há cerca de dois meses. Passei o verão todo afastada dele, quando no ano passado o via 2/3 vezes por semana. É triste mas a nossa conexão perdeu-se porque deixamos de falar, porque ele decidiu "ir embora" assim. 




Costumava dizer que a A era a minha metade loira. Tal como com o C, a empatia foi imediata. E ia achando a rapariga cada vez mais incrível à medida que a ia conhecendo. No entanto, como em todas as amizades, comecei a reparar não só nas qualidades. Ela não era assim tão perfeita... tinha um quanto de falsidade. Chegou a dizer-me que não suportava uma rapariga da turma dela por isto e aquilo e, no dia a seguir, estava a publicar fotos com ela nas redes sociais (um exemplo insignificante). Por minha causa, ela tornou-se também grande amiga do N e, quando acabamos, acho que ela acabou por 'escolher' também o lado dele. Quando eu acabei a nossa relação, achei que devia afastar-me do grupo com quem passei o verão de 2013. Eu tinha conhecido todas essas pessoas graças a ele e não me sentia bem na companhia do que era, ao fim e ao cabo, o grupo ao qual eu só pertencia por ser amiga/namorada de um deles. E a A encaixou-se de tal maneira nesse grupo que se deixou ser afastada. Tanto por mim, como por ela própria, devido à sua relação com o C. Já não falo com ela desde o início de Julho.

O resto resume-se ao grupo de que acabei de falar. Amigos com quem eu gostava de sair, mas que eram os amigos dele e não os meus, e que, por isso, deixaram de fazer parte do meu dia-a-dia.

Quando digo que está tudo do avesso, quero dizer que não estou habituada a nada disto. Há uns meses atrás saía e falava imenso com estas caras a quem agora dirijo um 'olá' tímido na rua. Bastou um ponto final numa relação para metade das pessoas com quem eu partilhava a minha vida, saírem dela num ápice. No final, não o perdi só a ele. Perdi todos.

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