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terça-feira, 24 de março de 2015

on the road


Uma coisa que eu quero mesmo fazer, embora não saiba bem em que altura do calendário, graças à minha vida muito ocupada (risos), é fazer uma viagem com amigos. E, com viagem, não quero dizer ir uma semana a Marina d'Or nas férias da Páscoa, beber até entrar em coma alcoólico ou ir para um cantinho com o número máximo de rapazes que conseguir. O que eu queria mesmo era vadiar dois ou três meses: alugar uma carrinha, pegar em 5 ou 6 pessoas e conhecer o mundo. Parece algo surreal, mas conheço pessoas que já o fizeram e sei que foi uma experiência inesquecível; tenho a certeza que seria das melhores da minha vida. Fá-lo-ia agora, se me deixassem, se pudesse, mas só tenho 16 anos e, além do mais, a minha carga de responsabilidades é bem jeitosa. Talvez no segundo ou terceiro ano da universidade ainda possa contar com os amigos que tenho hoje e talvez todos alinhem no plano. 

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Curiosidades

Como o meu bichinho da dança continua cá dentro, e cada vez mais incontrolável, tenho passado imensas horas do meu dia no youtube, a ver reportagens/séries de bailarinas e bailarinos adolescentes e reais a seguirem o seu sonho. Gosto imenso de ver estas coisas e de pensar que numa outra vida, um deles poderia ser eu. Há coisas incríveis que eu aposto que muitos de vocês não fazem ideia acerca deste mundo e, como tal, estou pronta a ilucidar-vos: 

- Há vários adolescentes de 14/15 anos a emigrar de um canto do mundo para o outro, de modo a conseguir frequentar e viver nas escolas de ballet, para as quais fazem audição. Vão completamente sozinhos e a a escola torna-se na sua casa. Dormem nos dormitórios e durante o dia frequentam aulas normais e aulas de ballet (as segundas têm um tempo médio de 4/5h por dia). 

- Para as bailarinas se apoiarem em cima das pontas dos pés não basta calçar as sapatilhas. É necessário imenso material como silicone para proteger os pés ou papel para enrolar os dedos de modo a que a sapatilha se torne o mais confortável possível. Para além disso, é preciso preparar a sapatilha em si: raspar a sola, dobrá-la para que ganhe mais elasticidade, entre outros. Ainda assim é muito doloroso estar em pontas depois de algum tempo de treino.

- Tim Watson, um pesquisador, chegou à conclusão de que, ao contrário do que nos diz o senso comum, o desporto mais completo é o ballet e não a natação. 

- O ordenado das/dos bailarinas/bailarinos comuns é relativamente baixo.

- Usualmente, os pés das bailarinas não são tão elegantes sem meias e sapatilhas como são com eles (cravos, bolhas, unhas encravadas).


- É preciso talento, vocação, vontade e acima de tudo: muita dedicação para chegar ao nível de uma bailarina profissional.  A maior parte delas começa muito cedo a frequentar aulas, por volta dos 3 anos. No entanto, apenas as aulas não são o suficiente... é preciso bastante trabalho em casa. Convenha-se que, quem é bailarina é porque gosta MESMO do que faz. (E eu ia adorar ter o meu horário completamente livre. Sei perfeitamente como iria ocupá-lo).

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