sábado, 9 de janeiro de 2016

bday girl - 17 aninhos


Ontem foi o meu aniversário e foi, sem dúvida, dos melhores que já tive. Começou às 00h, com o meu telemóvel quase a bloquear de tantas mensagens fofas e engraçadas que os meus amigos mandaram. A piorzinha foi mesmo a da Leonor, que parecia vinda de uma pessoa desconhecida. Enfim. 

Também ajudou o facto de ficar livre a partir das 10h por só ter uma aula à sexta-feira. Durante o intervalo, cantaram-me os parabéns aproximadamente 10 vezes, de cada vez que um professor que era ou já tinha sido meu passava por nós. A melhor parte foi quando a minha professora de Biologia do 10º ano passou, um amigo gritou "professora, a I faz anos", ela veio dar-me dois beijinhos e foi a correr à sala dos professores buscar bolo. Voltou, tirou velas da mala (não me perguntem porque raio é que ela tinha velas na mala), acendeu-a com fósforos que também tinha trazido e cantaram-me os parabéns novamente. Com tanto aparato, até uma funcionária, o subdiretor e diretor da escola vieram cumprimentar-me e felicitar-me. Senti-me deveras importante!

Às 11h fui com a Gabriela (A) e outra amiga minha ao Norte Shopping. Queríamos ir ao cinema, mas acabamos por passar o dia nas compras por não haver sessões a horas decentes. Duas amigas minhas, com quem não estou tanto tempo como queria, também foram lá ter e fomos todas lanchar ao Jeronymo (experimentei scones pela primeira vez e gostei muito!).

Recebi mensagens durante o dia todo (incluindo do André, dá para acreditar?), publicaram fotografias comigo, recebi chamadas de pessoas inesperadas e fizeram-me sentir a pessoa mais especial do mundo!

Quando cheguei a casa, a minha mãe e a minha irmã tinham a mesa posta para muitas mais pessoas que os quatro habituais cá de casa. Vieram jantar as minhas primas gémeas que adoro, o namorado de uma delas, a minha tia mais divertida e o namorado da minha irmã. Para comer o bolo, ainda vieram um tio e uma prima do lado paterno. A casa estava cheia de gente, como eu gosto, e o jantar e bolo estavam meeeesmo bons. Passamos a noite a falar de filmes, atores, celebridades em geral, Oscars e de vídeos engraçados do youtube. O dia acabou comigo a quase chorar. Recebi imensos presentes e adorei todos (eram mesmo coisas que eu queria e até estavam na minha wishlist do natal): um macacão, uma blusa, um casaco, uma carteira, umas botas e, aquele que eu não esperava, um bilhete para um dia à minha escolha do NOS Alive! Nem acredito que, este ano, vou a dois concertos e um festival... não estava mesmo nada à espera e não podia ser melhor.

Bem me disseram que os 17 são a melhor idade... para já confirmo, sem dúvida! 

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Natal, Passagem de Ano e Regresso às Aulas

Adorei este Natal. Ao contrário dos anteriores, soube mesmo bem. Cada ano é um ano, não é? E há anos em que simplesmente não estamos virados para a coisa... este não foi um deles. As minhas primas pequeninas estiveram presentes e entre espetáculos de dança e cantorias, jogos e abertura dos brinquedos, o ambiente é outro.


A minha passagem de ano foi tão divertida como chata. Passei a meia-noite em casa e depois o meu grupo de amigos decidiu ficar pela casa de um deles. Esse rapaz tem um salão (e uma casa em geral) enorme, portanto, com bom sistema de som, comida, bebida e as pessoas certas, as festas costumam ser sempre boas. Dancei muito e diverti-me imenso, mas também tive de andar a limpar o chão e a cuidar de amigos que beberam demais. O balanço foi positivo, though.

Entretanto já tive uma festa de aniversário de uma das minhas amigas mais próximas (que adorei) e estou quase a fazer aninhos! Para já, voltou o inferno de acordar às 7h30 e estudar longas tardes em que só apetece deitar no sofá e dormir até ser hora de jantar. Vou ter que esquecer noitadas de séries e grandes festas, mas não pensem que não estou em contagem regressiva para o Carnaval. 

domingo, 27 de dezembro de 2015

saldos


Não há nada melhor do que ir aos saldos e levar já o trabalho de casa feito: fotografias daquilo que vimos nos sites e queremos comprar. Já se sabe que nestes dias, nas lojas, nunca se encontra nada.

sábado, 26 de dezembro de 2015

so happy I cried


Muse e Kodaline... vejo-vos em 2016!

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015


Odeio de morte que me chamem "querida".

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

rotinas de Natal


Todos os anos, pela época de Natal, acontecem os mesmos episódios que fazem desta altura tão especial. Todos temos estes pequenos hábitos que, ao longo do tempo, se tornam tradições e sabemos que, sem elas, o Natal não era a mesma coisa.


domingo, 13 de dezembro de 2015


Nos últimos tempos, a Leonor e o André andam mais próximos do que nunca. Publicam fotografias juntos, comentam tudo o que o outro faz em qualquer rede social, falam por mensagens várias vezes e estão sempre juntinhos nas festas. Eu não quero ser mesquinha mas ela sempre foi das minhas melhores amigas, conheço-a há 5 anos e ele é o meu ex-namorado. No início ponderei se isto não eram ciúmes por ainda sentir qualquer coisa por ele, mas agora tenho a certeza que não. Não sinto absolutamente nada por ele a não ser pena e desprezo pela pessoa que se tornou. Diria com certeza que nenhum deles seria capaz de querer alguma coisa com o outro porque, pensava eu, os conhecia demasiado bem e nunca seriam capazes. Agora já não estou tão certa. 

Estou principalmente desiludida com ela, a muitos níveis. Parece que o facto de eu já ter namorado com ele lhe é igual ao litro. Não percebo se não se importa que eu fique incomodada com este tipo de atitude ou se acha sinceramente que não está a fazer nada de mal, que eu estou totalmente bem com isto e que não se passa nada, mas também não sei qual das duas opções é pior: ser parva ou ser inconsciente. 

A verdade é que toda esta situação se tem refletido na nossa relação, porque eu gostava que fosse ela a ter noção da palhaçada que isto é sem ser preciso eu dizer-lhe nada. Porque é bom senso. Porque toda a gente sabe que ex-namorados de amigas são off limits. Porque se eu não consigo estar a cinco metros daquela pessoa, ela devia vir sentar-se comigo do outro lado da sala e não a dois centímetros dele, porque é isso que as amigas fazem. Porque não é normal ela tê-lo conhecido por minha causa, há um ano e tal, e agora afirmar-se "amiga dos dois" e não poder "escolher lados". Se bem que está a fazer um péssimo trabalho nisso, porque escolheu claramente o dele. Fiquei magoada com o facto de ela ter ido ao cinema com eles sem me dizer e ela nem sequer se dirigiu a mim uma única vez para se justificar de qualquer maneira = não se importa minimamente.

Eu nunca lhe pedi nem vou pedir para ela não falar com ele, para eles não se darem bem. A única coisa que eu queria é que ela pensasse em mim de vez em quando e soubesse quando é que está a ir demasiado longe, que ela se lembrasse que a amiga dela há anos sou eu e que, se fosse ela, também não iria gostar de estar na minha posição. Ela está, tal como aconteceu com ele, a tornar-se numa pessoa que eu não conheço e não vou ser eu, de certeza, a andar atrás dela para conversar sobre o que se tem passado. Gostava que ela fosse mulherzinha o suficiente, viesse à minha beira e me dissesse que temos muito sobre o que falar. Essa era a obrigação dela e se ela não o fizer e preferir deixar as coisas andar como estão... bem, já estou habituada a seguir em frente e deixar pessoas para trás.

Seguidores

About me