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| Uns de acordo com a época, outros nem tanto... apaixonada por todos! |
quinta-feira, 30 de abril de 2015
quarta-feira, 29 de abril de 2015
god help me
Não sei o que se anda a passar comigo, mas não posso andar psicologicamente bem. Estou uma irresponsável de primeira e começa logo pelo facto de estar aqui a escrever em vez de estar a estudar para o teste de amanhã.
Ultimamente, parece que só consigo fazer as coisas à pressão. Tive uma semana (ou mais) para estudar para este teste e, em vez de aproveitar esse tempo, não fiz nada de jeito. Sentava-me à mesa, com os livros à frente, mas passado três horas ainda estava com a mesma página aberta. Mesmo sabendo que não estava nada bem na matéria, por alguma razão, não me consegui concentrar no que estava a fazer e isto tem-me acontecido frequentemente (a não ser na véspera da avaliação, claro! logo à noite, estou-me mesmo a ver a estudar mais do que durante a semana inteira). Estou preocupada com esta situação, porque, apesar de o estudo me render 5% por tarde, fico tão cansada como se tivesse estudado intensamente durante 5 horas seguidas e até parece que fiz muito - não fiz nada. Comparativamente a outros testes e períodos passados, por esta altura, já teria feito todos os exercícios do GAVE, os do livro, os do caderno de atividades, as fichas da professora, os testes antigos da minha irmã e ainda teria ido buscar mais alguns ao google... portanto, está-se mesmo a ver o espalhanço que vai ser amanhã. Alguma sugestão para que eu ganhe consciência da minha irresponsabilidade e consiga meter na cabeça que tenho que estudar com tempo, ou vai só mesmo ser quando receber um 14 ou um 15 a alguma disciplina?
sexta-feira, 24 de abril de 2015
se virem alguém assim, sou eu #6
that bitcher we all hate in high school
A saga com a minha professora de Biologia deve estar, por esta altura, por volta do quinquagésimo volume. Relembro que é uma professora que já passou todos os limites possíveis e imaginários que algum professor pode chegar em relação a um aluno (exceto bater-me ou atropelar-me). Acho que nunca odiei tão genuinamente um professor: tudo o que ela faz ou diz irrita-me profundamente. Não consigo suportar o falso sorriso que ela faz quando passa por nós nos corredores, quando nas aulas é uma filha da mãe para toda a gente. Claro que o ódio de estimação preferido dela sou eu. Embora já esteja habituada, ainda não percebo muito bem porque é que todos os professores e desconhecidos em geral têm tendência para não me poderem ver à frente. Maybe I'm the problem. De qualquer das maneiras, continuo a achar que não me devia sentir desconfortável quando sei que vou ter aula de Biologia no tempo a seguir. E isto só acontece porque eu sei que ela vai sempre arranjar alguma coisa para criticar em mim: ou estou distraída, ou distraio todos os meus colegas, ou não me rio de uma piada estúpida qualquer que ela faça ou de um palavrão que lhe saia a meio das frases, como já é habitual. Como me deu 18 no período passado, não perde uma oportunidade que seja para dizer "depois queres 18"; "uma aluna de 18 não tem esse tipo de dúvidas"; "já estou arrependida de te ter dado o 18". Hoje não falei a aula toda e ainda assim conseguiu chamar-me à atenção (a A e o D são à minha beira e estavam a conversar).
Mas, na verdade, ontem foi quando me passei verdadeiramente. À quinta-feira à tarde temos sempre aula de apoio de preparação para exame e depois o meu pai costuma ir buscar-me para me levar à explicação. No entanto, não consegui falar com ele para combinar as coisas antes de começar a aula. Mal me sentei à beira do J, como o normal, e deixei um espaço para a A do meu outro lado, desviei-me um bocado para o lado dele para ouvir a prof, que estava sentada na sua secretária, para variar. Nem um segundo tinha passado, nem tinha aberto a boca. Quando pôs os olhos em mim, interrompeu o que estava a dizer e começou aos berros "Uuuuuuuui, a M (chamou-me pelo apelido, o que também não acho piada nenhuma) à beira do J? É que nem pensem que dou aula assim! Na, na... Ainda por cima já está ali o lugar guardadinho para a A... Isso é que era bom. M, aqui para a beira da L." Expliquem-me que raio de professora troca os lugares dos alunos numa aula de apoio sem eles sequer terem falado uma única vez. É só implicância e mania do poder. Mas continuou.
Quando a M tirou uma dúvida um pouco ou muito desnecessária, a prof respondeu-lhe mal "era só essa a tua dúvida? Por amor de Deus, assim nunca mais chegas ao 20! Nunca mais avanças eu sou professora de Biologia, não sou de Química." Claro que ela começou logo a fazer beicinho, porque não é normal, de todo, um professor reclamar com ela. Ficou logo com cara de enjoada, prestes a chorar e nem olhou para a professora enquanto ela lhe explicava a dúvida. A seguir à explicação, a prof pediu-lhe desculpa e eu só lhe quis atirar com o porta-lápis à cara. Quer dizer, já me chamou de tudo em frente à turma toda, já me criticou todo o tipo de coisas, já me disse que eu não tenho capacidades para alcançar os meus objetivos e, no meio de tudo isso, nunca, nunca teve nenhum reflexo de arrependimento. Mas basta a menina queridinha fazer má cara, que tem logo que se lhe pôr paninhos quentes e passar a mão pelo cabelo: "claro que eu não devia ter falado assim", "desculpa, fui injusta", etc.
A melhor de todas foi quando o meu pai me ligou a meio da aula. Ela estava a explicar uma dúvida qualquer à Al e estava toda a turma a falar, quando eu pergunto se podia ir atender uma chamada lá fora, rapidamente, ao que ela responde: "Podes, vai lá... Não sei porque é que vos ligam se sabem que estão em aulas, mas pronto, esse é outro assunto". Bati a porta com mais força por causa dessa boca. Ela é a pessoa mais hipócrita e nojenta que eu já conheci. O telemóvel dela toca praticamente todas as semanas e ela começa sempre a rir-se e pede desculpa, como uma criança quando é apanhada em flagrante a fazer asneiras. O mais engraçado é que, há uma semana atrás, na aula de apoio, a filha dela ligou-lhe e seguiu-se exatamente isto: "Ai, é a minha filha. Não sei porque é que ela me está a ligar se sabe que estou em aulas..." - e fica a olhar para o telemóvel a morder o lábio, enquanto ele toca - "Vou atender." - e atendeu no meio da sala, com 13 alunos a olhar para ela, feitos parvos, com a explicação interrompida e a ouvir toda a conversa que durou mais de dois minutos. Se ela pode fazer isso sem qualquer tipo de problema (sim, porque ninguém levou a mal, como é óbvio), porque raio é que eu não posso sair durante 30 segundos quando a minha presença na sala nem sequer está a ser relevante no momento e não estou a interromper um momento sério de revisão ou algo do género?
Não dá para expressar o quanto estou farta desta pessoa, de a ver a ser ridícula todos os dias, incoerente, injusta, mal-educada, parola, baixo-nível e infantil. Não posso mesmo ver a cara dela à frente e não aguento, de certeza, outro ano com aquela bruxa. O que me vale é que falta pouco e que depois nunca mais tenho que a ver à frente. Estou a considerar mandar-lhe um e-mail, no fim da 2ª fase, onde ela perceba bem explicitamente tudo o que eu penso dela. Talvez lhe mande o link dos posts ou talvez escreva uma carta a insultá-la da mesma maneira que ela me insulta mas à qual, para já não posso responder. Até lá, espero que ela se acalme, tenho coisas bem mais importantes com que me preocupar do que em fazer com que ela goste de mim.
sábado, 18 de abril de 2015
se virem alguém assim, sou eu #5
domingo, 12 de abril de 2015
se virem alguém assim, sou eu #4
sábado, 11 de abril de 2015
se virem alguém assim, sou eu #3
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