terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Golden Globes '15

Nova tendência de vestidos?
Candice started it eheh
Linda de morrer. Não fosse a Nina...

Uns amores.

Um dos meus casais preferidos.

Não gostei naaaaaaada!

Simples mas bonita.

Christian Grey e Anastasia Steele.
Preciso de dizer mais alguma coisa?

Claro que preciso, ele merece uma sozinha.

O meu Ian. Claro que preferia que estivesse com a Nina,
mas se ele está feliz... eu estou feliz.

uma rapariga apaixonada...

...é a coisa mais insuportável de sempre. Eu sei, porque tenho duas amigas que não se calam. Nem precisam de dizer nada, mas não se calam a falar deles, a pensar neles. Eu, pelo contrário, estou sempre a pensar em comer, em quanto tempo falta para tocar ou em como estou aflita para tossir mas é melhor esperar para tossir mais daí a um bocado, para poupar as vezes em que faço um basqueiro na sala. Eu não estou sempre a pensar no N. De longe. E é isso que faz uma rapariga apaixonada, não é?


Uma rapariga apaixonada também adora conversar todos os dias por mensagens, quando não pode estar com o seu mais-que-tudo. E falar por chamada, antes de ir dormir, é a melhor parte do dia, certo? Não. Ai que seeeeca!!! Falar de quê? Das aulas, que é a única coisa que faço o dia todo? Do frio? Do Ronaldo (parabéns, meu orgulho), que ganhou a Bola de Ouro? Ele prefere o Messi!!!! 

Mas o mais importante é estar com eles, o dia todo se possível. Só que não me apetece. Apetece-me sair em grupo, tem tão mais piada! São muitas mais histórias engraçadas e diferentes que se contam à mesa do café, há sempre tema. Com ele, não. Eu adoro falar, passo a vida a falar. Mas não falo sozinha. E quando, numa ida até à central de autocarros sozinha com ele, contei toda uma situação complexa e extensa, relacionada com amigos que ele conhece, e ele só disse, no máximo, dez palavras, vi logo que não vamos longe. Não vamos... porque eu queria uma resposta tão ou mais comprida do que o que eu disse. Um diálogo!!!

Imaginar um futuro, uma casa, três filhos, um cão, dois peixes, um apartamento no centro da cidade. Envelhecer juntos. Nooop. Não. Não é isso que eu quero para mim. Não o imagino com ele, nem o imagino sequer. Pelo menos, por enquanto. Acho que todos na vida temos um objetivo que pode começar com várias palavras: "ser", "morar", "ter", "ir". E embora a maior parte das pessoas queiram tudo o que seja relacionado com outras pessoas, eu estou focada em mim. Não quero casar, não quero filhos, não quero viver com ninguém. Talvez com a A, em Nova Iorque, um dia. A minha grande ambição também não é "ser" médica, embora gostasse. Os meus verbos são "viajar", "conhecer", "morar...pelo mundo". Os meus olhos brilham quando se fala em tirar cursos no estrangeiro ou em viajar sem destino.


Acho que, assim, estão reunidas as condições para podermos dizer que sou uma forever alone incurável. E não me importo, mesmo.

Titanic


É o maior cliché. Mas eu adoro! Adoro e não tenho vergonha de adorar e de continuar a dizer que é dos meus filmes preferidos, de sempre. "Há tantos tão melhores realizados e com histórias bem mais interessantes, é tão overrated". É o tanas, merece toda a fama que tem. Posso ter visto milhões de filmes que me emocionaram, mas não há nenhum igual. Não há mais nenhum que me faça sentir como se estivesse numa depressão profunda só por ver uma foto ou ouvir o soundtrack (há alguma música mais heartbreaking do que a My Heart Will Go On? Jeeez). Não há mais nenhum que não me importe de ver 10 vezes, mesmo tendo 3h. Nem há mais nenhum em que chore quase desde o início. É o filme romântico-trágico-dramatico de todos os filmes romântico-tragico-dramáticos. Não há nada neste filme que eu não adore, para ser sincera. Qual Romeu e Julieta, qual quê? Titanic is love, Titanic is life.

sábado, 10 de janeiro de 2015

os cartoons e os atentados

Depois de tanta merda que li, desculpem a expressão, não consigo manter-me calada. Adorava ter coragem para escrever isto no Facebook e dar a cara por aquilo em acredito, tendo muito mais alcance do que fazendo o mesmo aqui. Mas todos sabemos que os estados do Facebook já não servem para tomar posições e defender ideais, servem para escolher pessoas para as fotos de capa e publicar frases manhosas do primeiro site de frases que aparece no Google.

O que aconteceu em Paris põe-me sinceramente deprimida, revoltada e chateada. Os homens e aquilo que são capazes de fazer por puras crenças e fanatismos, dão-me voltas à barriga e vómitos. Sabem quem é que ainda me dá mais voltas à barriga e vómitos? As pessoas que, ao contrário dos terroristas (não consigo acreditar que alguém faça algo assim sem ter algum tipo de perturbação cerebral), estão na sua perfeita capacidade mental e APOIAM, DEFENDEM, PERCEBEM o que aconteceu. Li comentários como "a liberdade de expressão tem limites", "não tinham nada que provocar" e "deitaram-se na cama que fizeram". A cada dia que passa, perco a esperança nas pessoas. Apetece-me desistir disto. E eu que tento sempre respeitar e compreender o ponto de vista das pessoas, o porquê de dizerem o que dizem, apetece-me cuspir na cara dos que dizem algo do género. 


Não gosto de humor sobre desastres que envolvam mortes, porque essas pessoas têm significado para alguém e, no lugar delas, iria ficar profundamente triste se alguém gozasse com o meu luto. Mas crenças? Opiniões baseadas em livros, em histórias, em nadas? MATAR alguém porque ridicularizou algo em que acreditamos? Isto não podia chegar mais longe. Defendo e defenderei sempre a liberdade de expressão e a sátira. Eles apenas descomplicaram, tornaram algo sério em algo engraçado, fizeram piadas do ponto de vista de quem não concorda com determinadas religiões e política. Sim porque, seus desinformados, o jornal não era TODO sobre os muçulmanos! Isso é crime? 

Para aqueles que dizem que não é crime, mas é uma provocação, aqui têm uma comparação nada descabida e mais simples, que talvez possa encaixar-se melhor nas vossas cabeças ocas: dizer que o jornal se pôs a jeito por causa dos cartoons é o mesmo que dizer que uma mulher de minissaia se pôs a jeito para ser violada. A culpa nunca pode ser da vítima, nunca. E enquanto as pessoas não pararem de culpar "um bocadinho" os que sofrem, porque mereceram "um bocadinho" e fizeram "um bocadinho" por isso, estas desumanidades vão continuar a acontecer. 

E quanto àquela "pessoa", Gustavo Santos, que tem a mania que é o maior, dá entrevistas com pensamentos profundos, publica livros de auto-ajuda e escreve textos no facebook enquanto está na casa de banho, fiz o favor de selecionar os melhores comentários que encontrei, em resposta à sua brilhante reflexão. Então, aqui vão:

Miguel Simal:  Respire fundo, releia o que escreveu com calma e depois aperceba-se que acabou de afirmar que quem ataca com uma AK-47 está no mesmo saco de quem satiriza com um lápis Nº4.

Nuno Bento:  Pior que um cretino, só mesmo um cretino com um microfone. Para a próxima liga o cérebro.

Mário César: Obrigado Gustavo. Não leias comentários negativos. Foca-te na tua chama interior e arde. Por inteiro.

Eva Freitas:  Já percebeste a diferença entre escrever um texto e receber insultos ou escrever um texto e ser morto?!?!

Nuno Amado:  Gustavo, não ligues a esta gente! É só invejosos. Tens de olhar para ti. Tu é que importas. Já viste os abdominais que tens? Para que é que uma pessoa precisa de miolos, com abdominais desses? Não ligues a estes invejosos todos. Tu vales mais do que isso. E tens razão, as pessoas têm de aprender a respeitar as crenças dos outros. Olha, por exemplo, esta gente toda e todos aqueles que gozam diariamente com o teu trabalho. Era encostá-los todos à parede e pumba... um balázio entre os olhos. Andarem para aí a gozar com as pessoas que acreditam em energias e isso, onde é que já se viu... Vá, não te aborreças.


Aproveito e deixo um vídeo que, depois de tanta revolta, me provocou umas boas gargalhadas.  O motivo é à volta do mesmo: Gustavo Santos, pessoas com a mania e sem saberem do que falam, etc. Aconselho.


Fico-me por aqui. Je suis Charlie.

domingo, 4 de janeiro de 2015

foda-se


Hoje houve uma notícia que me chocou  a todos os níveis. Não me desmanchei porque estava à mesa, a jantar. Todos sabemos que estamos numa época de crise, em que não há dinheiro, em que o governo rouba o povo a torto e a direito e os cintos têm que se apertar. E por isso todos os dias há debates, discussões, manifestações, pessoas zangadas, revoltadas, berros, insultos, palavrões, cadeiras derrubadas, copos partidos. Somos todos uns desgraçados, coitados de nós, tiram-nos tudo. E esta menina, de sete anos, que sofreu um acidente de helicóptero onde perdeu os pais, a irmã e a prima? Que ficou sozinha, à noite, no escuro, no meio do nada, em pânico, magoada, com frio, assustada, completamente desfeita? Que deve ter chamado por ajuda dez mil vezes e nunca foi acudida? Que atravessou uma floresta cheia de buracos, silvas, troncos, descalça, com o pé aleijado, para tentar procurar por ajuda, sem saber sequer se iria ter a algum lado? Esta menina, em horas, já sofreu mais que todos nós sofremos e provavelmente iremos sofrer em toda a nossa vida. E nós queixamo-nos. Temos a puta da lata de nos queixarmos. A nossa vida é uma merda. Só quero ir lá fora, às 3h da manhã, pôr-me de joelhos, bem no alcatrão, berrar bem alto e chorar de raiva. Quero saber porquê. O que é que ela fez, para perder tudo de uma vez e merecer ficar sozinha no mundo? Quero abanar a cabeça das pessoas, espancá-las até elas abrirem os olhos e ficarem gratas por aquilo que têm. Para se lembrarem que sempre que pagam mais 10cent/litro de gasolina, vão ter alguém em casa com quem reclamar sobre o assunto. Aquela menina não. 

Lembrem-se do que é verdadeiramente importante.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Passagem de Ano 2014/2015

Este ano a passagem de ano foi muito diferente do habitual. Começou por ser na casa da minha tia, em vez de no apartamento pequenino da minha avó e avô, onde pelos vistos já somos muitos para o espaço. Estava desanimada por isso, não gosto que se alterem tradições. No entanto, acabou por surpreender pela positiva. A sala estava bastante aconchegante, com a lareira ligada e mais sofás. Nunca pareceu vazia, estava cheia de luz. Conheci o rapaz com quem uma das minhas primas gémeas namora e vive há uns anos, em Lisboa. É muito simpático e parecem dar-se muito bem. Tivemos uma atuação das Violetas, vindas do Brasil aka as minhas primas de 8 anos a cantar e dançar, apresentadas assim pelo meu tio com mais jeito para crianças. Pela primeira vez em cinco anos, não vi a casa dos segredos nem morri de tédio à espera da meia-noite. Aliás, chegou muito mais rápido do que eu estava à espera, não dei pelo tempo a passar. Finalmente, provei sonhos e gostei. Fiz de instrutora de dança para as Violetas, durante umas 5 músicas. Experimentei 3 vestidos até me decidir por qual levar à festa. Decidi-me por um preto de renda com um casaco de fazenda vermelho - tudo da minha outra prima gémea. Estiquei o cabelo. Maquilhei-me. Atrasei-me.


Estava a sair de casa dos meus tios às 00h45, quando era suposto estar em casa do J às 00h30 para irmos para a festa - a minha primeira festa da passagem de ano. Chegamos lá por volta da 1h. O evento tinha sido planeado pelo grupo de amigos do N, tal como no ano passado. O espaço era totalmente diferente do que eu imaginava (5x mais pequeno), mas estava giro e ninguém morreu esmagado, pelo contrário. A música estava boa, não houve problema em deixar o casaco/bolsa guardados para se dançar à vontade, era bar aberto e experimentei uma bebida que gostei muito para além da minha tradicional vodka preta com seven up. Estava lá toda a gente que eu queria que estivesse, o pessoal da minha turma também foi. A início todos encostados a um canto, mas depois de meia hora de shots, a dançar como profissionais no meio da pista. 


Um dos pontos altos foi, sem dúvida, estar com a A, começar o Jajão e o N convidar-me para dançar. Devo ter ficado com a maior cara de parva de sempre, mas fui. Pelo caminho, olhei para trás e só a vi a afastar-se para a beira do nosso grupo, com a cara mais cómica de sempre: os olhos e a boca super abertos, como se ele me tivesse pedido em casamento ou assim. Para além dessa vez, pediu-me para dançar mais duas, mas da segunda, não me largou mais até irmos embora. Ele não estava bêbado, nem sequer alegre. Foi giro abrir os olhos enquanto dançávamos agarradinhos e ver metade dos meus amigos e metade dos amigos dele colados a olhar. Acho que toda a gente estava à espera que acontecesse mais qualquer coisa. E aconteceu, quando fui embora. Fui a primeira a ir, sou a mais nova do grupo e os meus pais só me deixaram ficar até às 3h40 (e 32 segundos, não é? Tipo!) Despedi-me de todos e quando chegou à vez dele, beijei-o. Não sei o que me deu, foi uma decisão repentina. A seguir saí, e estava no hall à espera do J, que vinha comigo e ainda se estava a despedir. Isto até que aparece o N, me beija outra vez, diz "Feliz Ano Novo" e vai embora. He knows things.


Portanto, não mudou nada desde que começou o ano e agora estou deprimida. As aulas estão quase a começar, tenho exames, a miúda mais insuportável de sempre ainda está na minha turma, faço anos para a semana e ainda não sei onde fazer o jantar de aniversário. No ano passado, vi Game of Thrones inteiro nas férias de Natal e mais não sei quantos filmes. Este ano, nem sequer consegui pôr em dia todas as séries que vejo, quanto mais ver uma nova, quanto mais ver os filmes que tinha planeado. Vou ver Maze Runner, porque parece que há lá um rapazinho giro e a sinopse parece-me bem. 

Um beijinho a todos e Feliz Ano Novo

my 2014 in 15 pics

Vi a cena tão esperada em GoT: o Red Wedding

Fiz uma viagem a Madrid

Vibrei com o Mundial

Vi o Ronaldo ganhar a Bola de Ouro

Fui ao Rock in Rio ver Ed e Lorde

Fui ao concerto dos One Republic

Comecei a ver Revenge

Assisti a este momento em direto

Vi TFIOS no cinema, com toda a minha turma

Perdi toda a minha autoestima com o Victoria's Secret Fashion Show

Vi a minha irmã receber o diploma

O Ed lançou um albúm novo

A Nala chegou à família (não é ela na fotografia)

Li Fifty Shades of Grey

Namorei com o N, acabamos, "voltamos"

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