terça-feira, 9 de setembro de 2014

back to school

E esta é a última semana do que foram uma férias demasiado pequenas para recuperar do primeiro ano de secundário/me preparar psicologicamente para o pior ano de escolaridade. 

O 11º está aí e com ele o dobro das responsabilidades, o triplo da exigência e o quádruplo do estudo. Vou tornar-me num ratinho de biblioteca, ter explicações, esquecer as séries, esquecer o ballet. Há prioridades e tenho que focar-me nelas. 

Já comprei o material escolar, já tenho os livros e só me falta decorar os cadernos demasiado pretos e sem vida para o meu gosto.





Ontem saiu o meu horário. Apesar de ser impossível estar completo, visto que faltam 3 tempos obrigatórios de Físico-Química A, parece-me muito bem: 3 tardes livres (incluindo a de sexta-feira), educação física logo pela manhã e saídas não muito tardias nos dias com aulas de tarde. 

Apesar de tudo parecer estar a correr minimamente bem, ontem saiu também a listagem de professores que me vão acompanhar este ano. A minha prof de Português, depois de muita contestação durante o 10º ano, finalmente saiu! Todos a detestavamos por ser extremamente picuinhas quanto aos critérios de correção e a discussão sobre a sua exclusão começou no momento em que recebemos os primeiros testes e, numa turma com cerca de 15 alunos de excelência, não houve uma nota superior a 13. Graças a ela, acabei o ano com 17, quando seria aluna de 19 a português com qualquer outro professor, e acabou por me descer um pouco a média. Por isso, este pequeno grande problema está resolvido. No entanto, nem tudo correu como planeado. A maioria dos meus professores manteve-se (mesmo a detestável professora de Matemática), menos a professora de Biologia aka a melhor professora que eu já tive em todos os anos de escola. É excelente como professora e como pessoa, fazia de tudo para que conseguíssemos as melhores notas e preparava-nos de uma ótima maneira para os testes. Não sei o que se passou para ser retirada da nossa turma, mas fiquei extremamente chateada com o sucedido e vou requisitá-la como explicadora, visto que este ano tenho exame e tenho a certeza que me vai preparar muito melhor do que qualquer outro o faria.




Com todo o material pronto e as informações necessárias recebidas, a apresentação formal é às 14h30, sexta-feira e as aulas começam oficialmente na segunda-feira - dia 15. 

11º, aqui vou eu! Wish me luck!

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Séries | Game of Thrones

Comecei a ver GoT por ser muito curiosa. Sempre que se fala de séries, fala-se nesta e estava farta de ler em todo o lado que, a par de Breaking Bad, é a melhor série da atualidade. A gota de água foi quando, no verão do ano passado, houve uma onda de indignação e revolta por todas as redes sociais relativamente a um episódio recente e, por isso, não resisti.

Daenerys Targaryan (a melhor personagem feminina)

A série passa-se nos Sete Reinos de Westeros (um mundo paralelo) e mostra as violentas lutas dinásticas entre as famílias nobres que se acham no direito de possuir o controlo do Trono de Ferro. 

Sophie Turner (atriz que intrepreta Sansa Stark)

Estaria a mentir se dissesse que me prendeu desde o primeiro instante, porque isso não foi de longe o que aconteceu. A minha primeira observação foi "1 hora de episódio?! Creeedo!" e confesso que peguei várias vezes no telemóvel para atualizar o feed do Instagram. Cheguei mesmo a parar de ver, ao 4º ou 5º episódio e só retomei passado uns meses. Resultado: devorei 3 temporadas em 1 semana. 

Na minha opinião, as melhores personagens (+Aria)

Game of Thrones revelou-se uma série completamente diferente de tudo a que estava habituada e, no início, admito que é grande seca, por várias razões: são várias personagens que não conhecemos de lado nenhum, postas no meio de uma história de época que parece não ter muito por onde pegar. No entanto, GoT não é considerada a melhor série de sempre por mais nem menos. À medida que os episódios vão avançando, o conhecimento das personagens vai aumentando e começamos a perceber o que todas aquelas histórias de diferentes famílias têm em comum. Em algum momento da série, todos acabam por se encontrar no caminho para a posse do Trono. Tudo o que acontece é pensado ao mais ínfimo pormenor.

Joffrey Baratheon - pior personagem de sempre, no mundo das séries/filmes.

Para além disso, começamos a criar, como em todas as séries, um afeto especial por uma e outra personagem... é inevitável. O que torna GoT tão genial é que nenhuma personagem é tão importante que não possa ser morta. "Oh, esse é o principal, claro que não vai morrer" é uma teoria que pode ser usada em muitos outros programas de televisão, mas não neste. Por isso é que existe em GoT uma pequena dose de realidade e por isso é que, de vez em quando, nos sai algo como "A SÉRIO? COMO É QUE ISTO É POSSÍVEL?!!!!! É SUPOSTO ISTO SER UMA SÉRIE E FICAR TUDO BEM". 


Tudo sobre esta série é imprevisível e espetacular. Não se deixem enganar por frases como "é horrível, série para rapazes!", porque não são verdade. Eu e as minhas amigas somos as maiores viciadas, falamos nisto o tempo todo, e eu, no entanto, sou o tipo de rapariga que adora Gossip Girl. Não se deixem levar por esteriótipos e opiniões negativas. É uma grande série, e quem vê até ao fim (temporada em que parou) não se arrepende! 

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

my other favourite no-longer-a-couple


´
Sou da geração High School Musical, por isso obviamente sou team Zanessa desde que me conheço. And it doesn't matter how many years go by, I can't get over it. Shame on me.

stuff that makes me unhappy #2


Ter umas férias maiores do que toda a gente cá em casa não tem só prós. Hoje sofri com um dos piores contras: limpar a casa toooooda sozinha. Não vi a luz do dia, posso considerar as últimas 8horas das mais entediantes de
sempre.

Curiosidades

Como o meu bichinho da dança continua cá dentro, e cada vez mais incontrolável, tenho passado imensas horas do meu dia no youtube, a ver reportagens/séries de bailarinas e bailarinos adolescentes e reais a seguirem o seu sonho. Gosto imenso de ver estas coisas e de pensar que numa outra vida, um deles poderia ser eu. Há coisas incríveis que eu aposto que muitos de vocês não fazem ideia acerca deste mundo e, como tal, estou pronta a ilucidar-vos: 

- Há vários adolescentes de 14/15 anos a emigrar de um canto do mundo para o outro, de modo a conseguir frequentar e viver nas escolas de ballet, para as quais fazem audição. Vão completamente sozinhos e a a escola torna-se na sua casa. Dormem nos dormitórios e durante o dia frequentam aulas normais e aulas de ballet (as segundas têm um tempo médio de 4/5h por dia). 

- Para as bailarinas se apoiarem em cima das pontas dos pés não basta calçar as sapatilhas. É necessário imenso material como silicone para proteger os pés ou papel para enrolar os dedos de modo a que a sapatilha se torne o mais confortável possível. Para além disso, é preciso preparar a sapatilha em si: raspar a sola, dobrá-la para que ganhe mais elasticidade, entre outros. Ainda assim é muito doloroso estar em pontas depois de algum tempo de treino.

- Tim Watson, um pesquisador, chegou à conclusão de que, ao contrário do que nos diz o senso comum, o desporto mais completo é o ballet e não a natação. 

- O ordenado das/dos bailarinas/bailarinos comuns é relativamente baixo.

- Usualmente, os pés das bailarinas não são tão elegantes sem meias e sapatilhas como são com eles (cravos, bolhas, unhas encravadas).


- É preciso talento, vocação, vontade e acima de tudo: muita dedicação para chegar ao nível de uma bailarina profissional.  A maior parte delas começa muito cedo a frequentar aulas, por volta dos 3 anos. No entanto, apenas as aulas não são o suficiente... é preciso bastante trabalho em casa. Convenha-se que, quem é bailarina é porque gosta MESMO do que faz. (E eu ia adorar ter o meu horário completamente livre. Sei perfeitamente como iria ocupá-lo).

everything's upside down

Estamos no início de Setembro e, no meu vidacionário, isso significa regressar à cidade que me vê partir todos os anos em Julho. Regressar à cidade significa, por sua vez, rever todas as caras com quem estou habituada a conviver durante o ano letivo (incluindo aquelas que preferia evitar). 

No entanto, este ano, tudo está diferente. Tive o verão da minha vida no ano passado e sabia que iria ser difícil superá-lo, o que logicamente não aconteceu. E isso reflete-se aqui e agora.

Comecemos pelo T, also known as tempo que não ajudou em nada à minha boa disposição diária habitual, nesta altura do ano. Apesar de ser altura de recomeço de aulas, costumo andar contente por estar de volta e matar saudades de tudo e todos... sair por aí e só voltar para casa às 20h. Não está a acontecer.

Outro dos meus maiores problemas começa por N... e este aqui é o mais delicado. Foi o rapaz que me marcou mais, desde sempre. Conhecemo-nos há um ano e pouco e foi no verão do ano passado que nos começamos a dar mesmo bem. Nesta altura, apenas recuando 365 dias, estavamos praticamente comprometidos. Mas não seria a minha vida se não parecesse um filme e, como tal, só começamos a namorar em Maio deste ano. O nosso namoro foi curto mas a relação foi intensa. Foram muitos meses em que, apesar de não estarmos juntos, estávamos juntos. E, agora, sinto a falta disso com'ó caraças. Eu sabia que tinha alguém com quem podia contar, não importa o que acontecesse. Alguém que, acima de tudo, se preocupava imenso comigo e com o meu bem-estar. Perdemos o contacto e tenho que aguentar calada - e quase todos os dias - a imagem dele a apaixonar-se por outra rapariga, porque eu o deixei ir. Mas caramba, será que não fiz bem? Se passado tão pouco tempo ele já anda sempre agarrado a outra (embora me tenham relatado que ele próprio se diz desinteressado), seria real o que ele mostrava sentir? Isto é ridículo, toda esta situação. Até porque conheço a rapariga e cá, nesta cidadezinha, os meus 'amigos' são os dele e os 'amigos' dele são os meus. Fica um ambiente demasiado tenso quando estamos no mesmo sítio. Porque toda a gente nos adorava juntos, porque ele amarra-se a ela à minha frente, porque toda a gente procura na minha expressão algo que indique que estou incomodada com o que está a acontecer ou porque não sabem o que pensar, de todo. Estou completamente perdida. 




Conheci o C quando conheci o N, exatamente no mesmo dia, na mesma situação. Enquanto que, com o N, a química foi imediata, vi no C alguém que eu sabia que tinha tudo para se tornar muito importante para mim. E foi o que aconteceu. Apesar de ele namorar, começamos a sair imensas vezes juntos porque foi empatia imediata, demo-nos super bem e ele é daquelas pessoas que põe todos à vontade. Passado uma semana, já me sentia confortável para fazer piadas, contar-lhe umas pequenas partes da minha vida e isso foi crescendo à medida que o ano foi avançando. Acho que toda a gente, no fundo, achava que íamos acabar por ter alguma coisa, mas isso nunca passou pela cabeça de nenhum dos dois (já falamos sobre isso). Ele tornou-se num dos meus melhores amigos num instante e sem eu saber muito bem explicar 'como' e exatamente 'quando'. Recentemente, ele acabou com a antiga namorada por causa de uma grande amiga minha, a A. Apaixonaram-se um pelo outro, mesmo estando ambos comprometidos. Achava super fofa a relação deles, porque eram duas das pessoas que mais gostava, no entanto, eles fizeram algo que eu nunca faria: isolaram-se. Se o C ía, a A ía. Se a A não ía, o C não ía. Se o C queria sair comigo, tinha que perguntar à A se ela não se importava. Se o habitual grupo fosse sair e eles já tivessem coisas combinadas, não podiam vir ter connosco (como se não passassem 14/24h por dia juntos, sozinhos). Para piorar a situação, o C é grande amigo do N, já há anos, e é estranho para ele convidar-nos a ambos para sair. Há situações em que eu não sou convidada porque o N vai lá estar e parece um pouco que toda a gente está a escolher um lado que não é o meu. Já não estou com o C há cerca de dois meses. Passei o verão todo afastada dele, quando no ano passado o via 2/3 vezes por semana. É triste mas a nossa conexão perdeu-se porque deixamos de falar, porque ele decidiu "ir embora" assim. 




Costumava dizer que a A era a minha metade loira. Tal como com o C, a empatia foi imediata. E ia achando a rapariga cada vez mais incrível à medida que a ia conhecendo. No entanto, como em todas as amizades, comecei a reparar não só nas qualidades. Ela não era assim tão perfeita... tinha um quanto de falsidade. Chegou a dizer-me que não suportava uma rapariga da turma dela por isto e aquilo e, no dia a seguir, estava a publicar fotos com ela nas redes sociais (um exemplo insignificante). Por minha causa, ela tornou-se também grande amiga do N e, quando acabamos, acho que ela acabou por 'escolher' também o lado dele. Quando eu acabei a nossa relação, achei que devia afastar-me do grupo com quem passei o verão de 2013. Eu tinha conhecido todas essas pessoas graças a ele e não me sentia bem na companhia do que era, ao fim e ao cabo, o grupo ao qual eu só pertencia por ser amiga/namorada de um deles. E a A encaixou-se de tal maneira nesse grupo que se deixou ser afastada. Tanto por mim, como por ela própria, devido à sua relação com o C. Já não falo com ela desde o início de Julho.

O resto resume-se ao grupo de que acabei de falar. Amigos com quem eu gostava de sair, mas que eram os amigos dele e não os meus, e que, por isso, deixaram de fazer parte do meu dia-a-dia.

Quando digo que está tudo do avesso, quero dizer que não estou habituada a nada disto. Há uns meses atrás saía e falava imenso com estas caras a quem agora dirijo um 'olá' tímido na rua. Bastou um ponto final numa relação para metade das pessoas com quem eu partilhava a minha vida, saírem dela num ápice. No final, não o perdi só a ele. Perdi todos.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

what is beauty?


I don't know for sure, but this seems like a hell of a start.

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