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quarta-feira, 1 de julho de 2015

Prison Break | 1ª Temporada


Acabei agora a primeira temporada de Prison Break e o que tenho a dizer é: uau, que série incrível! Duvido que exista alguém minimamente familiarizado com o mundo das séries que não conheça este grande nome (e toda essa fama é inteiramente merecida), mas para quem não sabe, passo a explicar: basicamente, a série retrata a tentativa de Michael Scofield (irmão mais novo) de tirar Lincoln Burrows (irmão mais velho) da prisão, visto que este foi condenado à morte por um crime que não cometeu. Para o conseguir, Scofield comete um crime, pelo qual é preso, e prepara a fuga, de dentro. No entanto, tudo o que ele faz é relacionado com um plano muito bem elaborado e estudado por si mesmo durante muito tempo. Fora da prisão, uma advogada (ex-namorada de Lincoln) tenta salvá-lo da pena de morte através de métodos legais. A série segue os percursos e a tentativa de ambos de salvar Lincoln da cadeira elétrica, que passam por milhares de complicações. 
Desde a genialidade do Scofield passando pelos seus olhos até ao retrato da vida dentro de uma prisão... a história e a realização são simplesmente impecáveis. Não tenho nada a apontar a esta série, para já. Não ficava tão colada numa série há algum tempo e, apesar de a primeira temporada ter saído em 2005 (quando ainda se usavam telemóveis que abrem e fecham) a qualidade é muito superior à da maioria das primeiras temporadas das séries que sigo atualmente. Aconselho muitíssimo.

terça-feira, 30 de junho de 2015

TAG: Viciada em séries

Qual a tua série favorita?
The Vampire Diaries será sempre o meu calcanhar de Aquiles.

Qual a série que aconselhas a toda a gente?
Para além de TVD, Game of Thrones. É uma série com uma história excelente, extremamente bem feita e super viciante! É obrigatória!!! How to Get Away with Murder e Prison Break também.

Qual a série com o melhor figurino?
Esta é fácil. Gossip Girl, sem dúvida. Principalmente a Serena.


Última série que viste?
Estou a ver Prison Break.

Já ficaste triste com algum final?
Revenge, porque era uma série que adorava e, portanto, fiquei toda nostálgica.

Qual é a personagem mais detestável de todo o sempre?
Joffrey Baratheon, Ramsay Bolton, Melisandre e Stannis Baratheon (Game of Thrones), Bonnie (How to Get Away with Murder), Jenny e Dan (Gossip Girl).

Uma personagem que gostavas de ser?
Blair Waldorf (Gossip Girl) e Carrie Bradshaw (Sex and the City), pelas mesmas razões: closet, namorado (esta é mais para o da Blair) e vida de sonho; Daenerys Targaryen pela beleza do outro mundo, poder, Drogo e dragões.


Série que tens vontade de ver.
Orange Is the New Black, Lost e Friends.

Série que não tens vontade de assistir.
Breaking Bad e The Flash.

Qual a atriz mais bonita de todas as séries que vês?
Nina Dobrev (The Vampire Diaries), Emilia Clarke (Game of Thrones), Adelaide Kane (Reign), Laura Haddock (DaVinci's Demons).

E ator?
Ian Somerhalder (The Vampire Diaries), Charlie Weber (How to Get Away with Murder), Wentworth Miller (Prison Break), Stephen Amell (Arrow) e Jamie Dornan (Once Upon a Time).

Qual a tua personagem favorita de todos os tempos?
Esta é tão difícil! Há muitas que não posso deixar de fora, pelo que não consigo escolher só uma. Klaus Michaelson (The Originals), Damon Salvatore e Katherine Pierce (The Vampire Diaries), Felicity Smoak (Arrow), Blair Waldorf e Chuck Bass (Gossip Girl), Emily Thorne e Nolan Ross (Revenge), Deeks (NCIS: LA), Daryl Dixon (The Walking Dead), Daenerys Targaryen, Jon Snow e Tyrion (Game of Thrones).

Personagem com quem mais te pareces, a nível psicológico?
Caroline Forbes (The Vampire Diaries).

E físico?
Katherine Pierce (I wish).

Qual é o melhor casal que já existiu numa série?
Damon e Elena, The Vampire Diaries.
Chuck e Blair (Gossip Girl), Oliver e Felicity (Arrow), Klaus e Caroline (The Vampire Diaries), Frank e Laurel (How to Get Away with Murder) e Deeks e Kensi (NCIS: LA).



E a melhor amizade?
Blair e Serena (Gossip Girl), as Liars (Pretty Little Liars), Nolan e Emily (Revenge), Damon e Stefan (The Vampire Diaries).


Série com a melhor banda sonora.
The Vampire Diaries dá 100-0 a todas as outras.

Série com o melhor elenco.
The Vampire Diaries, Game of Thrones e Gossip Girl.

Série com o elenco mais giro.
The Vampire Diaries e Gossip Girl.

Vês alguma série só por ver?
Pretty Little Liars. Já deu tudo o que tinha a dar na primeira temporada. Anda sempre às voltas, nunca evolui. Vejo só mesmo porque quero ver o fim, mas, se tiver muitas para ver, é sempre a última escolha.

Pensa numa pessoa. Qual série vêm juntos(as)?
Praticamente todos os meus amigos próximos vêm Game of Thrones, The Vampire Diaries e How to Get Away with Murder porque eu os obriguei eheh

Quais são os olhos mais bonitos do mundo das séries?
Damon Salvatore e Elena Gilbert/Katherine Pierce (The Vampire Diaries);  Michael Scofield e Veronica (Prison Break); Bash (Reign).


Qual é o sorriso mais bonito do mundo das séries?
Klaus Mikaelson (The Originals), Frank (How to Get Away with Murder).


E o melhor cabelo?
Katherine Pierce (The Vampire Diaries), Daenerys Targaryen e Cersei Baratheon (Game of Thrones).



Série que toda a gente gosta e tu não?
Pretty Little Liars e American Horror Story.

Favorita dos últimos tempos.
How to get Away with Murder e Prison Break.

Um(a) protagonista que não gostas, mas gostas da série?
The Walking Dead, não acho lá grande piada ao Rick.

Assistes ou assistias alguma série brasileira e/ou portuguesa?
Não. 

ouvi algures #2

"- What do you want from the future?
- Would you run if I said 'you'?
- Would you chase me if I did?"
Maricruz e Fernando, Prison Break

quinta-feira, 18 de junho de 2015

séries ou filmes?

A eterna questão. Por muito que gostemos de ambos, somos sempre um bocadinho mais de um do que de outro. Eu sou inegavelmente team séries, pelas mais variadas razões. 

- São mais rápidas. Quando tenho que estudar mas já estou farta de ver livros à frente, gosto sempre de ver um alguma coisa para desanuviar. E não digo "vou ali ver um filme", digo "vou ali ver uma série". Porque é literalmente ir ali e voltar. Sendo que a maior parte das séries tem cerca de 40 minutos, o que é isso numa tarde de trabalho intenso? Por outro lado, já estamos familiarizados com as personagens e sabemos em que ponto da história ficamos, logo é mais prático porque não exige tanta concentração.


- São menos monótonas. Claro que há filmes de ação, aventura, etc. em que não há partes mortas, mas há quase sempre uma introdução chata ao tema, às personagens, que nas séries se dá nos primeiros 2/3 episódios ao de leve, sendo que conhecemos melhor cada personagem e o propósito da série em si à medida que o tempo passa.


- Exploram melhor as personagens. Como disse, conhecemos as personagens nas séries como conhecemos as pessoas na vida real. Ao longo do tempo, vão-nos sendo desvendadas características das suas personalidades que nunca conheceríamos no primeiro dia. Num filme tem que ser tudo feito muito rapidamente: têm 1h30/2h/2h30 de filme e nesse tempo têm que contar uma história, fazer as pessoas gostarem das personagens (dependendo do objetivo do filme), passar uma mensagem, etc. A menos que a primeira hora seja uma seca para nos podermos contextualizar, acontece tudo ao mesmo tempo e não se cria uma ligação emocional com as personagens como se cria ao ver séries onde lidamos com a mesma personagem, todas as semanas, durante muitos anos. 



- São viciantes e deixam-nos ansiosos. "Vou ver só 6 episódios hoje... espera, JÁ NÃO HÁ MAIS? QUANDO É QUE SAI O PRÓXIMO? A PRÓXIMA TEMPORADA É SÓ EM JANEIRO DE 2016????? O QUE É QUE EU VOU FAZER À MINHA VIDA ATÉ LÁ??? NÃÃÃÃO!" As séries são um relacionamento de anos, os filmes são one night stands.



- Desenvolvem melhor a história. Há espaço e tempo para tudo. Não tem que se cortar uma cena que até era gira para o episódio não ficar muito longo: põe-se noutro (claro, respeitando a ordem cronológica). É mais ou menos isto:

"Gostas do casal Rose e Jack, do Titanic?" Adoro e adoro a história deles, principalmente aquela cena quando eles vão a um jantar com a classe social dela e depois a uma festa com a classe social dele.

"Gostas do casal Damon e Elena, de The Vampire Diaries?" Oh meu Deeeeeeeus, eles são o melhor casal de sempre!!! Lembras-te de quando eles se conheceram? E quando o Damon a salvou do Klaus, daquela vez? E quando eles foram a uma reunião de pais do Jeremy? E quando eles acabaram pela 14ª vez mas depois voltaram?  E quando ele a convidou para dançar em frente à fogueira? E quando ele estava quase a morrer e ela o beijou? E quando eles se conheceram, de verdade? E quando eles foram àquele baile dos anos 80? E quando ele a 'raptou'? E quando ela acordou e ela estava deitado na cama dela? E quando ele se declarou mas depois fez com que ela esquecesse tudo? E quando o Stefan a deixou pendurada no baile e o Damon a salvou da vergonha?


Percebem o que quero dizer? E vocês o que acham? Séries ou filmes?
Este é um texto generalista. Obviamente que os filmes têm outras qualidades que as séries não têm, como o facto de serem, no geral, mais marcantes, terem melhores efeitos, melhor qualidade e cuidado na realização, melhores elencos, entre outros. No entanto, continuo a preferir seguir uma boa série, aos bocadinhos, durante um longo período de tempo do que ver um bom filme que dure 2h, com o qual nunca vou contactar de novo (com exceção das sagas).

terça-feira, 16 de junho de 2015

ouvi algures #1

"Growing to love something is really simply forgetting slowly what you dislike about it." - Wesley, Daredevil 

domingo, 1 de março de 2015

how to get away with murder aka what the fuck happened in the season finale

Não contém spoilers. 
Ontem vi o último episódio da primeira temporada de How to Get Away With Murder. Vi mesmo sem legendas, visto que não havia episódio legendado em lado nenhum, porque a euforia era tanta que não deu para esperar! Posso dizer-vos que é a melhor série que sigo no momento e merecia muito mais fama do que algumas séries tão conhecidas que por aí andam. Dá 10-0 às primeiras 3 temporadas de The Vampire Diaries (que, para mim, foram as melhores) ((ok, estou a exagerar um bocadinho)) e 100-0 às últimas 2 temporadas de The Walking Dead. Basicamente, não há nenhum episódio que classifique com menos de 8/10. Acontece sempre alguma coisa fundamental, nada é por acaso, nunca é para encher. Os atores não parecem ter feito o casting para os Morangos com Açúcar, muito pelo contrário, e o formato do episódio em si agrada-me bastante. O enredo é para além de fantástico e é uma série que me faz sentir burra, por não conseguir perceber ou adivinhar os twists (frequentes) que acontecem e me deixam sempre de queixo no chão. Este último episódio não podia ser exceção à regra. Na verdade, foi o melhor até agora, o que eu achava muito difícil: 11/10.


Contém spoilers.
Estou triste e vou ficar triste até ao Outono. Como é que vou aguentar 6 meses sem os melhores 40 minutos semanais? Nem quero pensar nisso. Analisando o episódio por partes:

- Então, agora de repente, a Rebecca tornou-se numa psicopata? Não posso ter sido a única a reparar na expressão dela quando deu o abraço ao Wes, no início do episódio. Os olhos dela diziam "vou matar-te enquanto estiveres a dormir", quando, 5 segundos antes, estava a sorrir para ele, toda carinhosa e fofinha. E o que foi aquela pseudo-ameaça de ligar ao polícia que os viu com o corpo na noite do homicídio?


- Para mim, a Laurel continua a ser a mais inteligente dos Keating 5. Aquela ideia de esconder o anel de noivado da Michaela, para ter a certeza de que ela não os entregaria à polícia, pelo facto de pensar ter perdido algo no local do crime que acabaria por incriminá-la, foi brilhante. Muito bem jogado.

- Por falar em Michaela, gostei muito da atitude dela com a mãe do Aiden. Sim senhora!

- Como assim o Oliver tem sida? That sucks. I'm so sorry for them. São o meu segundo casal favorito.


- Por falar em casal favorito... estive até aos últimos 3 minutos à espera que acontecesse algo entre a Laurel e o Frank. Não sei porque é que ultimamente se têm desleixado completamente com a relação deles, mas eu estava mesmo à espera que acontecesse alguma coisa para além da habitual cena de 5 minutos que têm sozinhos na cozinha, todos os episódios. Depois eu percebi porquê.

- Os últimos 3 minutos. Por onde é que começo? Frank, o assassino? Rebecca morta na cave? Frank, o assassino. Uma das minhas personagens preferidas desde o início. Não vou mentir: o Charlie Weber ajudou bastante, com aquela barba e roupa sempre impecável. Mas a verdade é que gostava realmente do humor irónico dele, do flirt com a Laurel, da disponibilidade, atenciosidade e inteligência. Confesso que nunca percebi muito bem a função dele na série, mas a sua presença sempre me agradou bastante. Estragaram-me completamente o esquema. Sabem aquela ansiedade quando mostra a cara da vítima a ser morta e a câmara começa lentamente a rodar e a mudar de perspetiva, acabando por deixar ver o assassino? Quando vi o Frank, morri um bocadinho. Como assim ele é o bad guy? Como assim ele matou uma rapariga grávida, a sangue frio? Como assim a expressão dele mostrava alguém que não estava minimamente afetado por estar a estrangular outra pessoa? Foi tudo tão frio, tão inesperado e tão cruel. E eu que me estava a achar muito inteligente por desconfiar da Bonnie, quando mais ninguém o fazia, Achei mesmo que ia adivinhar quem tinha sido. Mas não seria HTGAWM se não me surpreendesse, se não fosse buscar a última personagem que eu iria algum dia achar que o tivesse feito. Foi a melhor reviravolta da história das séries. Não preciso de me humilhar e dizer que me sentei num canto do hall de entrada, depois de ter saído do sofá sem pausar o episódio, me tapei com o cobertor e "chorei", em choque.


- O Frank ser o assassino e deixar toda a gente de boca aberta uma vez, não foi o suficiente para um episódio final. Por isso, nos últimos segundos, ainda somos brindados com uma Rebecca morta no meio de umas caixas, na cave, e a Annalise e o Frank a pensar no que fazer com ela. Ainda bem que para melhorar a situação, umas horas antes, ela tinha mandado uma mensagem do telemóvel da Michaela, quando eles estavam distraídos, que ninguém sabe o que significa ou para quem foi. I feel trouble.

E pronto, acho que foi mais ou menos isto. Vamos lá refletir sobre o assunto múltiplas vezes e ficar de coração partido e completamente incrédulas sempre que nos lembrarmos que o Frank matou alguém, daquela maneira. Eu acho que ainda não estou em mim, continuo demasiado chocada. Toda a situação mexeu demasiado com o meu cérebro. Ainda bem que tenho até por volta de Setembro para me recompor ahah...ah. Não, a sério. O que é que vou fazer da minha vida?

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Charlie Weber

A alínea a) do post abaixo foi rapidamente preenchida com um senhor de seu nome Charlie Weber (36 anos!!!! aka idade do Ian... tenho definitivamente tendência para os mais velhos). Já vos é conhecido porque ele é metade do meu casal preferido da série (a outra metade é a Laurel eheh), de que falei há bocadinho. Fiquei super surpreendida por nem ele nem o casal em si transbordarem de fotos no We Heart It (ele só tem 6, o casal tem 10). 


Não estou habituada a isto! Normalmente os casais de quem gosto e atores que acho giros têm milhões de fotografias por todo o lado (por exemplo, o Damon e a Elena - 4817 páginas de fotografias). Só encontro uma explicação para isto: as atenções foram todas roubadas pelo Jack Falahee (que diga-se: não é nada de se deitar fora, embora o outro faça mil vezes mais o meu género) e para justificar a falta de fãs do casal... a série ainda só tem 9 episódios e ainda não há uma base de fãs suficientemente grande.

o outro (Jack Falahee)

Quanto à série em si, recomendo imenso. Ainda está no início e tem mesmo muito potencial. É difícil fazerem-se 9 primeiros episódios tão bons. Vejam o trailer, que convence! Agora que já acabei tudo, posso finalmente ir estudar Biologia sem estar a pensar no que acontece a seguir (grrrrr). Beijinhos e boas séries àqueles que, tal como eu, passam a sexta-feira à noite em casa! We rock. 

new otp!!!!!!!!!

Eu não seria eu se não começasse a ver uma série e a) não tivesse uma crush por uma das personagens, b) não desejasse mais que tudo que duas personagens se tornassem um casal. Acontece que este casal se tornou num dos meus preferidos de todas as 15 séries que vejo. Sabem aqueles dois que passam a vida a mandar boquinhas um para o outro e onde o espaço em que se encontram quase explode com a tensão sexual? Apresento-vos Laurel e Frank, How to Get Away with Murder.

domingo, 25 de janeiro de 2015

Arrow - Review da 1ª temporada (contém spoilers)

Eu e Arrow começamos com o pé esquerdo. Decidi ver a série quando acabei todos os episódios de Revenge, depois de muita gente ma ter recomendado. Bastou-me ver o primeiro episódio para estar o caldo entornado. Parecia que estava a ver Revenge de novo, só que com atores piores e mais giros (mesmo ao estilo da CW). Sendo eu uma grande admiradora da série, fiquei muito chateada por Arrow ser tão famosa e ganhar todos os créditos, quando o argumento era praticamente todo copiado. Apesar de tudo, continuei a ver. 

A lista de coisas-péssimas-sobre-arrow continuou a aumentar. Não houve um episódio em que não me risse com a estupidez/irrealidade de uma cena qualquer. Desde o capuz que só lhe tapa a testa, à voz que a Laurel (aka ex-namorada) não reconhece a dois centímetros, a mãe que, estando a meio metro dele, não lhe reconhece as feições dos olhos para baixo e até o facto de trocar de roupa em meio minuto, enquanto o vilão faz o discurso final antes de matar a vitima, e chega na milésima de segundo exata para impedir a desgraça.  


O último episódio, que me disseram ser bombástico, cumpriu todos os requisitos da fórmula "episódio final de uma temporada que não valeu nada". E com isto quero dizer: acontecimento do qual se tem vindo a falar desde o início da série, um imprevisto, duas ou três mortes importantes e um fim que nos obriga a ver a continuação. Mais típico não há.

Fora todos estes failzitos que me impossibilitam de adorar a série (porque lhe tiram toda a credibilidade e eu gosto de sentir que aquilo que vejo poderia realmente acontecer no mundo real), passo bem o tempo a vê-la e acho que tem vindo a melhorar (embora esteja longe do meu top 5). Já vi dois episódios da segunda temporada e foram melhores que metade da primeira, por isso parece-me que está a ir no bom caminho. E claro... há aquelas personagens que é impossível não adorar: o Yao Fei (a morte que mais me custou, até agora), o Dig, o Oliver (só porque é giiiiiro até à lua) e a Felicity aka a cuter version of me around cute boys. Eu explico:


Conclusão: não é a melhor série de sempre, não é a minha série favorita e tem muuuitas falhas. Mas serve para o que é e vou continuar a ver, na esperança que, entre um episódio e outro, aconteça um milagre na sua realização e, de repente, não me caia o queixo de tão mal feita que uma cena esteja ou de tão mau que um ator seja. Não me lembro de palavras substitutas, por isso vou publicar, ainda que com esta rima pirosa.

P.s: W.T.F!O que é que a Katie Cassidy fez à cara? Ela parece outra pessoa, está completamente diferente! 

domingo, 31 de agosto de 2014

Pequeno-Almoço

Especialistas dizem que é a refeição mais importante do dia (o que tem toda a lógica visto que, enquanto dormimos, passamos horas sem comer). No entanto, nas férias o meu despertador aka mãe só toca perto da uma da tarde, mesmo a tempo do almoço. Isto porque fico toda a noite nas séries e acabo por perder a manhã. Depois arrependo-me, precisamente ao ver Revenge, em que todos se levantam cedinho, tomam aqueles grandes-almoços e vão à sua vida (hei-de combinar ir tomar o pequeno almoço fora com uma amiga).


No entanto, no tempo de aulas, é algo que tenho como hábito fazer antes de sair de casa: sentar-me com a minha mãe e comer umas torradas e beber sumo/leite. Acho que é fundamental ter algo no estômago para enfrentar uma manhã cansativa e, mesmo tomando o pequeno-almoço, sinto necessidade de tomar um café ou comer qualquer coisa por volta das 11h. E é por isto que não percebo como é possível tanta gente sair de casa sem comer e passar toda a manhã em jejum até à hora de almoço! Isso faz maaaal! Depois, claro, desmaiam, como acontece frequentemente na minha turma. Eu sei que ao acordar nunca apetece comer, mas é uma coisa como qualquer outra... vai do hábito! Cuidem-se bem :)

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